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Publicado: 25/08/2015 | 08:24
RS: Sindicatos se mobilizam contra possível parcelamento de salários
A paralisação geral deve ocorrer de 31 de agosto a 3 de setembro, caso o parcelamento seja confirmado. O governador não confirma, mas técnicos da Secretaria da Fazenda já apontaram que o teto a ser pago no final do mês pode ser de R$ 500

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS
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RS: Servidores públicos estaduais declaram greve de 3 dias
RS: Presidentes da FESSERGS e da CSPB se posicionam sobre a greve no estado
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Em reunião nesta segunda, o Movimento Unificado confirmou, entre outras ações, que fará greve de quatro dias caso servidores não recebam em dia.
Uma reunião envolvendo representantes sindicais do Movimento Unificado (que reúne 43 categorias), na tarde desta segunda-feira, na Capital, confirmou quehaverá greve de quatro dias caso os servidores estaduais não recebam o salário integral no dia 31. O encontro ainda previu um calendário da paralisação e outras ações de combate às medidas contra a crise adotadas pelo governo Sartori.
A paralisação geral deve ocorrer de 31 de agosto a 3 de setembro, caso o parcelamento seja confirmado. O governador não confirma, mas técnicos da Secretaria da Fazenda já apontaram que o teto a ser pago no final do mês pode ser de R$ 500.
No último dia da possível greve, quinta-feira, dia 3, está previsto um encontro de todas as categorias no Centro de Porto Alegre. O objetivo é lotar a Assembleia Legislativa, onde deve ser votado o Projeto de Lei Complementar (PLC) 206, que propõe normas de responsabilidade da gestão fiscal ao Executivo estadual.
De acordo o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos (Fessergs), Sérgio Arnoud, a medida pode impedir novas promoções, nomeações e concursos públicos e até anular reajustes já acordados pelo governo anterior, de Tarso Genro. Por isso, os servidores querem pressionar para que os deputados não aprovem o projeto.
Também nesta segunda, os sindicalistas decidiram reforçar as mobilizações no Interior. O calendário e as cidades que devem receber as plenárias deve ser decidido em nova reunião marcada para quarta-feira.
A terceira medida aprovada pelo Movimento Unificado é o pedido de uma audiência com o procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Geraldo da Camino. Os servidores querem reforçar que seja feita uma auditoria nas contas do governo, o que Camino já anunciou que deve pedir, e também pedir que a dívida do Estado com a União passe por análise do MPC.
Fonte: Fonte: Federação Sindical dos Servidores Públicos do estado do Rio Grande do Sul - Fessergs com informações do portal ZH Notícias
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