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Publicado: 24/08/2015 | 09:46
RS: Servidores dizem que greve vai "sair do controle" se pagamento for de R$ 500
Caso não recebem o salário integral, 43 categorias de servidores entrarão em greve por quatro dias, entre 31 de agosto e 3 de setembro. No entanto, se o valor for ainda mais baixo do que o pago em julho, de R$ 2.150, a indignação deve se intensificar

Foto: Diego Vara / Agencia RBS
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Ainda é conversa de bastidor, mas a possibilidade de que no próximo dia 31, data de pagamento da folha salarial de agosto do Estado, os servidores recebem, no máximo, R$ 500 põe em alerta o funcionalismo.
— A indignação já é muito grande, se isso realmente acontecer, vai haver, seguramente, um descontrole. Não dá nem para imaginar o tom dos servidores em todo o Estado — adianta o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos (Fessergs), Sérgio Arnoud.
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Caso não recebem o salário integral, 43 categorias de servidores entrarão emgreve por quatro dias, entre 31 de agosto e 3 de setembro. No entanto, se o valor for ainda mais baixo do que o pago em julho, de R$ 2.150, a indignação deve se intensificar.
— R$ 500? É menos de um salário mínimo (atualmente de R$ 788) para as pessoas, para as famílias. Vamos esperar a confirmação e tomar providências — afirma Isaac Delivan Lopes Ortiz, presidente do Ugeirm, sindicato que representa os agentes de nível médio da Brigada Militar.
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Além de ampliar a paralisação, as entidades prometem acionar a Justiça e realizar outras ações que serão votadas em assembleia.
Vice-presidente do Cpers, Solange Carvalho destaca a mobilização conjunta e inédita das mais de 40 categorias sindicais. Na próxima segunda-feira, os representantes do chamado Movimento Unificado se reúnem na Capital, às 14h, para discutir os rumos da mobilização.
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— Voltamos na segunda ao trabalho, mas permanecemos em estado de alerta, dialogando com a sociedade e explicando que não se trata apenas do nosso salário, mas que todos estão perdendo com o sucateamento do serviço público e desvalorização de setores prioritários como educação, segurança e saúde — conclui Solange.
Fonte: Federação Sindical dos Servidores Públicos do estado do Rio Grande do Sul - Fessergs com informações do portal ZH Notícias
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