Notícias nos Estados Publicado: 26/02/2015 | 08:43

MG: Integrantes do sindicato de Governador Valadares visitam a sede da Fesempre

Presidente, tesoureiro e diretor do Sinsem-GV se reuniram com o presidente da Federação, Aldo Liberato e com a secretária-geral, Neves Martins



Na manhã desta terça-feira (24), a Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais (Fesempre) recebeu a visita do presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares (Sinsem-GV), Valdecir Moraes. Ele esteve acompanhado do tesoureiro do sindicato, Girson Ricardo de Barros e do diretor de Cultura,Esporte e Promoção de Eventos, Claudio Souza.

O objetivo da visita foi solicitar ao presidente Aldo Liberato, o apoio da Fesempre para a realização do 1º Congresso dos Trabalhadores da Educação. O evento será realizado entre os dias 27 e 28 de março, em Governador Valadares.

“Ter o apoio da Fesempre nesse evento será de extrema importância. A Federação irá nos ajudar em parte com o patrocínio e também com palestrantes”, explicou o presidente do Sinsem-GV Valdecir Moraes.

Moraes aproveitou a visita para falar sobre as principais lutas do sindicato. Segundo ele, atualmente, além da luta pela Revisão Geral Anual (RGA) duas áreas predominam as pautas de reivindicações no município – Saúde e Educação.

Na Educação, o Sinsem-GV luta pela hora/aula de 50 minutos para os professores. “Recentemente a Secretaria Municipal de Educação emitiu uma resolução que define a hora/aula dos professores como 60 minutos. Vamos lutar pelos 50 minutos”, esclareceu Valdecir Moraes. O sindicato já entrou em contato com a vereadora Iracy Matos e vai tentar, junto a Câmara Municipal, regularizar a situação da carga horária dos professores.

Na saúde, o Sinsem-GV luta contra o fechamento de um laboratório público. A justificativa da Prefeitura é de que é preciso descentralizar os exames. Entretanto, segundo Moraes, a medida vai prejudicar os servidores e a população. “A Prefeitura quer fechar o Laboratório sem o crivo do Conselho de Saúde, isso é inadmissível. Já denunciamos pela imprensa e enviamos dois ofícios ao conselho de saúde pedindo providências. Se necessário, entraremos na Justiça contra isso”, disse.

 

 

Fonte: Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais - Fesempre