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Publicado: 12/05/2014 | 09:16
MG: Greve na Prefeitura de Belo Horizonte: Servidores seguem determinados na luta por seus direitos
Nesta que é a maior mobilização da história da Assistência Social de BH, até a tarde de quinta-feira (08), pelo menos 400 trabalhadores da Assistência Social (80% do total) aderiram à greve.

Nesta que é a maior mobilização da história da Assistência Social de BH, até a tarde de quinta-feira (08), pelo menos 400 trabalhadores da Assistência Social (80% do total) aderiram à greve, sendo que estão paralisados os trabalhadores lotados na Secretaria Municipal Adjunta de Assistência Social, 23 Centros de Referência de Assistência Social (BH Cidadania/CRAS) e 7 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS).
Outros órgãos, como o Conselho Municipal de Assistência Social, os Conselhos Municipais de direitos ligados às políticas sociais e o Plantão Social do Migrante, que funciona na Rodoviária, também aderiram à paralisação.
Esse cenário configura a maior paralisação da história da política de assistência social de Belo Horizonte, em que os trabalhadores lutam por melhorias nas condições de trabalho para conseguir executar as políticas públicas, que estão prejudicadas inclusive por cortes financeiros que impactam diretamente na execução dos programas.
Com o movimento, estão afetados serviços como concessão de benefícios socioassistenciais, como cesta básica, passe livre para deficientes, vale-transporte social, atualização de cadastro do Bolsa Família, gratuidade de documentos e atendimentos diversos como a crianças e adolescentes em conflito com a lei, idosos, deficientes e famílias com direitos violados.
Outras paralisações
Na quinta-feira, segundo dia de greve geral do funcionalismo municipal, vários serviços públicos de Belo Horizonte estiveram completa ou parcialmente paralisados.
Na saúde, UPAs e Hospital Odilon Behrens funcionaram em escala mínima e vários centros de saúde, como Centro de Saúde São José Operário, Urucuia, Miramar e Felicidade I ficaram fechados. O BH Resolve também não funcionou.
As coletas hospitalar e domiciliar não ocorreram e a varrição na região Centro-Sul e Floresta foram afetadas. Em toda a SLU, cerca de 30% dos servidores estão paralisados.
Fonte: Sindibel
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