Destaques
Publicado: 24/09/2013 | 11:18
Tempo real: Palestra sobre conjuntura eleitoral de Goiás
Expectativa dos participantes sobre a explanação do assunto.
Atualizado às 12h40

de Goiânia
Grace Maciel
O "Ciclo de Debates Nacional", realizado em Goiânia, nesta terça-feira(24), conta com a " rica" explanação do professor, pesquisador e diretor da Signates Consultoria, Pesquisa e Editoração, Dr. Luiz Antônio Signates Freitas, que expõe, neste momento, sobre a temática da conjuntura eleitoral do estado do Goiás. "As principais forças políticas, tanto na situação, quanto na oposição, resistem à renovação de seus próprios espaços de poder".
O doutor faz um comparativo sobre a a situação política nacional atual e Goiás, bem sua correlação com o período eleitoral (2013-2014).
O professor pautou a crise econômica, a esquerda no poder, a distribuição de renda, entre outros: “ Dois partidos de centro-esquerda dominam a ordem política nacional (PT e PSDB), aglutinando em torno de seus núcleos de poder as instâncias conservadoras e progressistas do espectro político”.
Sobre a Conjuntura recente , Luiz Antônio falou sobre a necessidade emergencial de novos movimentos sociais ancorados na nova classe média, com alta adesão alcançada através da internet, bandeiras difusas e rejeição das lideranças institucionais tradicionais (partidos e sindicatos). Como centro temático, Luiz pontua a crise de representatividade e questionamento da eficácia do Estado .
Segundo defende ele, o Estado realiza no econômico, administra de forma diversa a prestação de serviços públicos, mas decepciona no político: não houve a reforma política, o STF se divide no julgamento do mensalão, a emergência do novo tarda. “ Temos, neste caso, uma conjuntura que garante o curto prazo, mas revela-se fragilizada no longo prazo”. Argumenta.
O professor faz um prognóstico sobre a situação do Brasil para 2014: “Os novos movimentos sociais emergem questionando a representatividade e pretendendo renovação. Há espaço simbólico para a emergência do novo, mas não houve (ainda) ocupação desse espaço”. Luiz disse , ainda que a queda de popularidade dos governantes ocorreu em conjunto.
No contexto das especificidades no Estado de Goiás, Luiz destacou que a polarização se repetirá, mas disse que a hegemonia da bipolaridade tende a diminuir. “ Outros candidatos terão maior peso político, conforme a estrutura de campanha e a projeção de imagem pública (capacidade de encarnar a renovação política). A tradição tende a se impor à vontade de mudança. As principais forças políticas, tanto na situação, quanto na oposição, resistem à renovação de seus próprios espaços de poder".

"O posicionamento ideológico e político que mais se adequa a mim é o social democrático".
Em seguida, haverá um debate em que tanto Dr. Luiz, como Marcus Verlaine responderão às perguntas dos participantes.
Foto: Emanuell Prado (Via Direta)
Secom/ CSPB
de Goiânia
Grace Maciel
O "Ciclo de Debates Nacional", realizado em Goiânia, nesta terça-feira(24), conta com a " rica" explanação do professor, pesquisador e diretor da Signates Consultoria, Pesquisa e Editoração, Dr. Luiz Antônio Signates Freitas, que expõe, neste momento, sobre a temática da conjuntura eleitoral do estado do Goiás. "As principais forças políticas, tanto na situação, quanto na oposição, resistem à renovação de seus próprios espaços de poder".
O doutor faz um comparativo sobre a a situação política nacional atual e Goiás, bem sua correlação com o período eleitoral (2013-2014).
O professor pautou a crise econômica, a esquerda no poder, a distribuição de renda, entre outros: “ Dois partidos de centro-esquerda dominam a ordem política nacional (PT e PSDB), aglutinando em torno de seus núcleos de poder as instâncias conservadoras e progressistas do espectro político”.
Sobre a Conjuntura recente , Luiz Antônio falou sobre a necessidade emergencial de novos movimentos sociais ancorados na nova classe média, com alta adesão alcançada através da internet, bandeiras difusas e rejeição das lideranças institucionais tradicionais (partidos e sindicatos). Como centro temático, Luiz pontua a crise de representatividade e questionamento da eficácia do Estado .
Segundo defende ele, o Estado realiza no econômico, administra de forma diversa a prestação de serviços públicos, mas decepciona no político: não houve a reforma política, o STF se divide no julgamento do mensalão, a emergência do novo tarda. “ Temos, neste caso, uma conjuntura que garante o curto prazo, mas revela-se fragilizada no longo prazo”. Argumenta.
O professor faz um prognóstico sobre a situação do Brasil para 2014: “Os novos movimentos sociais emergem questionando a representatividade e pretendendo renovação. Há espaço simbólico para a emergência do novo, mas não houve (ainda) ocupação desse espaço”. Luiz disse , ainda que a queda de popularidade dos governantes ocorreu em conjunto.
No contexto das especificidades no Estado de Goiás, Luiz destacou que a polarização se repetirá, mas disse que a hegemonia da bipolaridade tende a diminuir. “ Outros candidatos terão maior peso político, conforme a estrutura de campanha e a projeção de imagem pública (capacidade de encarnar a renovação política). A tradição tende a se impor à vontade de mudança. As principais forças políticas, tanto na situação, quanto na oposição, resistem à renovação de seus próprios espaços de poder".
"O posicionamento ideológico e político que mais se adequa a mim é o social democrático".
Em seguida, haverá um debate em que tanto Dr. Luiz, como Marcus Verlaine responderão às perguntas dos participantes.
Foto: Emanuell Prado (Via Direta)
Secom/ CSPB
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