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Publicado: 20/08/2013 | 11:43
Presidente diz que em dez anos educação terá R$ 112 bilhões dos royalties do petróleo
Durante cerimônia em São Bernardo do Campo (SP) ocorrida ontem (19) a presidenta Dilma Rousseff afirmou que os recursos obtidos com a produção de petróleo serão destinados à saúde e à educação.
Durante cerimônia em São Bernardo do Campo (SP) ocorrida ontem (19) a presidente Dilma Rousseff afirmou que os recursos obtidos com a produção de petróleo serão destinados à saúde e à educação. De acordo com a presidente, 75% dos royalties serão destinados à educação e o restante reforçará o orçamento para a saúde. “Só seremos uma nação desenvolvida se nós utilizarmos as riquezas finitas que temos, por exemplo os royalties do petróleo e os recursos do Fundo Social do Pré-Sal, na educação. Um país do porte do Brasil só se transformar em uma nação desenvolvida se investir em educação”, disse Dilma.
Em seu discurso, a presidente destacou que é necessário primeiro investir em creches, tanto para garantir o acesso igualitário à educação básica com estímulos que permitam a alfabetização de todas as crianças até os 8 anos de idade, quanto para garantir que as mães tenham um local seguro para deixar seus filhos enquanto trabalham.
Dilma salientou, também, a necessidade de investimentos parar melhorar o salário dos professores e para a ampliação do ensino médio em tempo integral.
A presidente explicou que, em dez anos, os recursos do pré-sal para a educação somarão R$ 112 bilhões de reais. "Começam com R$ 1,4 bilhão em 2014, devem saltar para R$ 3 bilhões em 2015 e para R$ 6 bilhões em 2016, chegando a R$ 13 bilhões em 2018", disse.
Dilma voltou a defender o Programa Mais Médicos e disse que o objetivo é levar mais médicos para o interior e para as periferias, além de aumentar o número de vagas em cursos de medicina. A presidente disse que o programa deve injetar mais de 15 bilhões para o investimento em postos de saúde, hospitais e unidades de Pronto-Atendimento até 2015. “Também vamos aumentar o número de médicos formados no Brasil. Até 2017, devem ser mais 11 mil e 12 mil residentes, nas áreas mais importantes”.
Dilma salientou que a meta do governo é assegurar que as regiões mais distantes e as periferias tenham acesso a médicos, e que médicos brasileiros terão prioridade na contratação e, somente no caso das vagas não serem preenchidas, os médicos estrangeiros serão chamados. “Há 700 municípios no Brasil que não têm nenhum médico e há 1.900 (municípios) com menos de um médico para cada 3 mil habitantes. Vamos garantir que, enquanto não formarmos os médicos no Brasil, venham médicos de todo o mundo para garantir acesso a essas pessoas”.
A 2º Diretora Adjunta de Assuntos Educacionais da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Maria Clara Tobo, acredita que “que se os recursos forem empregados nas prioridades que nós educadores tanto reivindicamos, como: valorização do magistério; condições de trabalho e salários dignos; investimentos na educação básica; escolas de nível médio em tempo integral e melhorias no sistema universitário público, aí sim estarão dando um grande salto para termos uma educação de qualidade no Brasil. Nós, educadores, sempre militamos para o aumento dos investimentos na educação e entendemos que a ampliação dos recursos destinados para esse importante serviço público é fundamental para o desenvolvimento do nosso país. Porém, se quisermos atingir o objetivo de modernizar a educação brasileira, precisaremos fiscalizar a aplicação desses investimentos para garantir que eles atinjam o seu objetivo” afirmou.
Fonte: SECOM/CSPB com informações da Agência Brasil
Em seu discurso, a presidente destacou que é necessário primeiro investir em creches, tanto para garantir o acesso igualitário à educação básica com estímulos que permitam a alfabetização de todas as crianças até os 8 anos de idade, quanto para garantir que as mães tenham um local seguro para deixar seus filhos enquanto trabalham.
Dilma salientou, também, a necessidade de investimentos parar melhorar o salário dos professores e para a ampliação do ensino médio em tempo integral.
A presidente explicou que, em dez anos, os recursos do pré-sal para a educação somarão R$ 112 bilhões de reais. "Começam com R$ 1,4 bilhão em 2014, devem saltar para R$ 3 bilhões em 2015 e para R$ 6 bilhões em 2016, chegando a R$ 13 bilhões em 2018", disse.
Dilma voltou a defender o Programa Mais Médicos e disse que o objetivo é levar mais médicos para o interior e para as periferias, além de aumentar o número de vagas em cursos de medicina. A presidente disse que o programa deve injetar mais de 15 bilhões para o investimento em postos de saúde, hospitais e unidades de Pronto-Atendimento até 2015. “Também vamos aumentar o número de médicos formados no Brasil. Até 2017, devem ser mais 11 mil e 12 mil residentes, nas áreas mais importantes”.
Dilma salientou que a meta do governo é assegurar que as regiões mais distantes e as periferias tenham acesso a médicos, e que médicos brasileiros terão prioridade na contratação e, somente no caso das vagas não serem preenchidas, os médicos estrangeiros serão chamados. “Há 700 municípios no Brasil que não têm nenhum médico e há 1.900 (municípios) com menos de um médico para cada 3 mil habitantes. Vamos garantir que, enquanto não formarmos os médicos no Brasil, venham médicos de todo o mundo para garantir acesso a essas pessoas”.
A 2º Diretora Adjunta de Assuntos Educacionais da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Maria Clara Tobo, acredita que “que se os recursos forem empregados nas prioridades que nós educadores tanto reivindicamos, como: valorização do magistério; condições de trabalho e salários dignos; investimentos na educação básica; escolas de nível médio em tempo integral e melhorias no sistema universitário público, aí sim estarão dando um grande salto para termos uma educação de qualidade no Brasil. Nós, educadores, sempre militamos para o aumento dos investimentos na educação e entendemos que a ampliação dos recursos destinados para esse importante serviço público é fundamental para o desenvolvimento do nosso país. Porém, se quisermos atingir o objetivo de modernizar a educação brasileira, precisaremos fiscalizar a aplicação desses investimentos para garantir que eles atinjam o seu objetivo” afirmou.
Fonte: SECOM/CSPB com informações da Agência Brasil
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