Destaques Publicado: 15/08/2013 | 12:38

Programa Mais Médicos recebe 358 médicos estrangeiros

Mais de 300 médicos estrangeiros começam a trabalhar no Brasil a partir da segunda quinzena de setembro. Os profissionais devem atuar em 579 municípios do país. A maioria nas periferias de capitais e regiões metropolitanas; e 47% em cidades do interior por meio do Programa Mais Médicos


 
Mais de 300 médicos estrangeiros começam a trabalhar no Brasil a partir da segunda quinzena de setembro. Os profissionais devem atuar em 579 municípios do país. A maioria nas periferias de capitais e regiões metropolitanas; e 47% em cidades do interior por meio do Programa Mais Médicos. O programa selecionou 1.618 médicos, mas apenas 10% das vagas foram preenchidas. Entre os estrangeiros, a maior parte vem da Argentina, da Espanha e de Cuba.
 
Quando chegarem ao Brasil, os profissionais serão treinados com um curso intensivo de três meses em saúde pública do Brasil e também de português já nas oito capitais em que atuarão: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Após essa etapa os médicos começam a atender a população. Os profissionais que vão atuar nas áreas indígenas terão, além do módulo, um treinamento específico. Todos eles vão receber um registro profissional provisório para trabalhar apenas na região onde foram designados.
 
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reafirmou a intenção do governo de buscar parcerias com instituições e universidades em outros países para facilitar a vinda de médicos. “Estamos tratando com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) as possibilidades que ela tem para abrirmos tanto para países, organizações não-governamentais e universidades, a possibilidade de cooperação com outros países. Cada país têm suas regras próprias de colaboração”, disse.
 
Padilha disse ainda que os profissionais que irão participar do programa por meio desse modelo de cooperação serão alocados para cerca de 1,5 mil municípios prioritários do Mais Médicos.
 
Sobre a questão de trazer médicos cubanos, o ministro afirmou que Cuba já havia feito a oferta e que é interessante a participação de profissionais especialistas em atenção básica, a exemplo dos cubanos.
 
SECOM/ CSPB com informações Agência Brasil