Destaques Publicado: 2/08/2013 | 14:40

Mais de 2,3 mil inscritos no Mais Médicos decidiram em que municípios irão trabalhar

De acordo com balanço apresentado ontem (1º) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, dos 3.891 médicos que completaram o cadastro do Programa Mais Médicos, 2.329 escolheram os municípios que irão trabalhar.

De acordo com balanço apresentado ontem (1º) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, dos 3.891 médicos que completaram o cadastro do Programa Mais Médicos, 2.329 escolheram os municípios que irão trabalhar. O prazo para indicação das cidades foi encerrado no último domingo (28). O ministro alertou que “mais de 2,3 mil médicos que têm registro profissional no país fizeram a conclusão da escolha do município e agora terão dois dias para fazer o processo de homologação”.

Aqueles que concluíram o cadastro, mas não informaram em que município querem atuar, poderão indicar as opções à partir do dia 15 de agosto, ocasião em que o governo vai abrir novo prazo para inscrições com a correção de dados de profissionais inscritos no programa. Segundo Padilha, a prioridade no preenchimento das vagas será dos médicos brasileiros. Somente as vagas não preenchidas serão ocupadas por estrangeiros.

16.530 inscrições prévias de médicos com diploma brasileiro ou revalidado foram recebidos pelo Mais Médicos. Desse total, 3.891 completaram o cadastro. Os 1.920 profissionais com diploma estrangeiro têm até o dia 8 de agosto para completar o cadastro. Mais de 15 mil médicos serão necessários para suprir a demanda apresentada pelos municípios.

O Programa Mais Médicos foi lançado dia 8 de julho, por medida provisória, e tem como objetivo levar médicos para atuar durante três anos na atenção básica à saúde em regiões carentes do Brasil.

O Mais Médicos prevê, também, a possibilidade de contratar profissionais estrangeiros para trabalharem áreas definidas pelo programa, caso as vagas não sejam preenchidas por médicos brasileiros nessas regiões. Entidades de classe criticam a iniciativa, sobretudo, sob o argumento de que o programa não exige revalidação do diploma de médicos de outros países.


Fonte: SECOM/CSPB com informações da AGÊNCIA BRASIL