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Publicado: 31/07/2013 | 16:30
Governo Federal anuncia cortes no orçamento de Ministérios
Após os cortes anunciados pelo governo federal na última semana, os Ministérios mais atingidos foram os da Fazenda e da Defesa. Apesar de a medida ter sido anunciada na última semana, apenas ontem, (30), os valores detalhados foram divulgados.
Por Andressa Olivera
Após os cortes anunciados pelo governo federal na última semana, os Ministérios mais atingidos foram os da Fazenda e da Defesa. Apesar de a medida ter sido anunciada na última semana, apenas ontem, (30), os valores detalhados foram divulgados.
O Ministério da Fazenda foi o órgão mais atingido pela medida. A Fazenda sofrerá um corte de R$ 990 milhões, o que significa 24,7% a menos no orçamento disponível para a pasta. Já para o ministério da Defesa, o corte ficou em R$ 919,4 milhões, uma redução de 8,1% do orçamento do órgão. Os Ministérios que não são responsáveis por investimentos e gastos públicos terão cortes ainda maiores, como é o caso do Ministério do Planejamento, Relações Exteriores e Previdência Social, todos com cortes acima de 15%.
Outras pastas governamentais também sofrerão cortes como a Controladoria Geral da União, com uma redução de 12,8% e o Ministério do Meio Ambiente com 11,7% em seu orçamento.
Já para áreas básicas como Saúde e Educação, que representam as áreas de maior esforço do governo, os cortes foram poupados, além desses outras pastas que cuidam de investimentos importantes como a Secretaria de Portos e os Ministérios das Cidades, dos Transportes e da Integração Social tiveram um corte de menos de 1% cada. Esses Ministérios são responsáveis por obras de infra-estrutura em rodovias, mobilidade urbana, saneamento básico e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Já para o Ministério do Esporte, como a proximidade da Copa de 2014, o corte foi de 0,9%, algo em torno de R$ 16 milhões. Outro poupado foi o Ministério do Desenvolvimento, por causa dos programas de combate à miséria, que teve um corte de 0,6% em seus recursos.
O total de cortes realizados pelo governo chega a cerca de R$ 10 bilhões, incluindo cortes em despesas não obrigatórias na estrutura do poder Executivo e outros R$2,5 bilhões em gastos com pessoal.
Na posição do diretor de assuntos da Área Federal da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Edival Góis, todo corte de gastos acaba prejudicando os trabalhadores, que são o elo mais fraco da administração pública. “Pra nós, é importante que se tenham mais recursos para que o país possa crescer. Todo corte de orçamento atinge a parte mais fraca que são os trabalhadores, então é importante cobrar do governo investimentos na mão de obra. Os trabalhadores estão há muitos anos com seus salários defasados. É lamentável que a presidente tenha tomado essa decisão. As centrais sindicais juntamente com os trabalhadores estão unidos em um grande esforço para que esses cortes não afetem o servidor, pois é necessário uma correção salarial. Cortes são ruins para o país e mais ainda para os trabalhadores”. Afirma Edival Góis.
SECOM/CSPB
Após os cortes anunciados pelo governo federal na última semana, os Ministérios mais atingidos foram os da Fazenda e da Defesa. Apesar de a medida ter sido anunciada na última semana, apenas ontem, (30), os valores detalhados foram divulgados.
O Ministério da Fazenda foi o órgão mais atingido pela medida. A Fazenda sofrerá um corte de R$ 990 milhões, o que significa 24,7% a menos no orçamento disponível para a pasta. Já para o ministério da Defesa, o corte ficou em R$ 919,4 milhões, uma redução de 8,1% do orçamento do órgão. Os Ministérios que não são responsáveis por investimentos e gastos públicos terão cortes ainda maiores, como é o caso do Ministério do Planejamento, Relações Exteriores e Previdência Social, todos com cortes acima de 15%.
Outras pastas governamentais também sofrerão cortes como a Controladoria Geral da União, com uma redução de 12,8% e o Ministério do Meio Ambiente com 11,7% em seu orçamento.
Já para áreas básicas como Saúde e Educação, que representam as áreas de maior esforço do governo, os cortes foram poupados, além desses outras pastas que cuidam de investimentos importantes como a Secretaria de Portos e os Ministérios das Cidades, dos Transportes e da Integração Social tiveram um corte de menos de 1% cada. Esses Ministérios são responsáveis por obras de infra-estrutura em rodovias, mobilidade urbana, saneamento básico e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Já para o Ministério do Esporte, como a proximidade da Copa de 2014, o corte foi de 0,9%, algo em torno de R$ 16 milhões. Outro poupado foi o Ministério do Desenvolvimento, por causa dos programas de combate à miséria, que teve um corte de 0,6% em seus recursos.
O total de cortes realizados pelo governo chega a cerca de R$ 10 bilhões, incluindo cortes em despesas não obrigatórias na estrutura do poder Executivo e outros R$2,5 bilhões em gastos com pessoal.
Na posição do diretor de assuntos da Área Federal da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Edival Góis, todo corte de gastos acaba prejudicando os trabalhadores, que são o elo mais fraco da administração pública. “Pra nós, é importante que se tenham mais recursos para que o país possa crescer. Todo corte de orçamento atinge a parte mais fraca que são os trabalhadores, então é importante cobrar do governo investimentos na mão de obra. Os trabalhadores estão há muitos anos com seus salários defasados. É lamentável que a presidente tenha tomado essa decisão. As centrais sindicais juntamente com os trabalhadores estão unidos em um grande esforço para que esses cortes não afetem o servidor, pois é necessário uma correção salarial. Cortes são ruins para o país e mais ainda para os trabalhadores”. Afirma Edival Góis.
SECOM/CSPB
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