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Publicado: 31/07/2013 | 11:44
Manoel Dias disse que criação de cotas visa combater desigualdade e egoísmo
Ontem, em discurso na Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), o ministro do Trabalho, Manoel Dias, defendeu que o conservadorismo e o comportamento egoísta são os principais obstáculos à igualdade de classes no país.
por Valmir Ribeiro
Ontem, em discurso na Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), o ministro do Trabalho, Manoel Dias, defendeu que o conservadorismo e o comportamento egoísta são os principais obstáculos à igualdade de classes no país. “Nós somos um país que durante muito tempo foi egoísta, uma elite que só pensou em si e que esqueceu que somos todos iguais. Para recuperar o tempo, temos que criar cotas”, informou o ministro logo após participar da cerimônia em comemoração aos 22 anos da Lei de Cotas, de inserção das pessoas com deficiência física no mercado de trabalho.
O ministro citou o papa Francisco com suas sugestões de mudanças para exaltar necessidade de maior solidariedade e humildade entre os brasileiros.
Manoel Dias informou que nos dois eventos externos que participou, tanto na reunião do G20, quanto na 102º Conferência Internacional da OIT, os temas mais debatidos tratavam da defesa de um trabalho descente. “A nação só será um país igual, justo e democrático no dia em que praticar o trabalho decente, e não ser apenas um discurso de categorias, do ministério, mas, sim, ser um discurso de Estado”, disse.
Para a Diretora Adjunta de Gêneros e Minorias da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Naara Augusta Rezende: “se nós tivéssemos um país em condições mais igualitárias, não precisaríamos de cotas. A criação de cotas é positiva, porém, demonstram que país têm uma política deficitária na promoção e na da inclusão social das minorias. O que o país precisa é voltar um olhar mais humano para toda o sociedade”, disse Naara.
Com base em dados do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais), a Fiesp informou ter ocorrido um gradativo aumento de vagas aos portadores com deficiência no país. Em todo o Brasil somaram, em 2010, 306.013 vagas e, em 2011, 325.291.
Fonte: SECOM/CSPB com informações da AGÊNCIA BRASIL
Ontem, em discurso na Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), o ministro do Trabalho, Manoel Dias, defendeu que o conservadorismo e o comportamento egoísta são os principais obstáculos à igualdade de classes no país. “Nós somos um país que durante muito tempo foi egoísta, uma elite que só pensou em si e que esqueceu que somos todos iguais. Para recuperar o tempo, temos que criar cotas”, informou o ministro logo após participar da cerimônia em comemoração aos 22 anos da Lei de Cotas, de inserção das pessoas com deficiência física no mercado de trabalho.
O ministro citou o papa Francisco com suas sugestões de mudanças para exaltar necessidade de maior solidariedade e humildade entre os brasileiros.
Manoel Dias informou que nos dois eventos externos que participou, tanto na reunião do G20, quanto na 102º Conferência Internacional da OIT, os temas mais debatidos tratavam da defesa de um trabalho descente. “A nação só será um país igual, justo e democrático no dia em que praticar o trabalho decente, e não ser apenas um discurso de categorias, do ministério, mas, sim, ser um discurso de Estado”, disse.
Para a Diretora Adjunta de Gêneros e Minorias da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Naara Augusta Rezende: “se nós tivéssemos um país em condições mais igualitárias, não precisaríamos de cotas. A criação de cotas é positiva, porém, demonstram que país têm uma política deficitária na promoção e na da inclusão social das minorias. O que o país precisa é voltar um olhar mais humano para toda o sociedade”, disse Naara.
Com base em dados do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais), a Fiesp informou ter ocorrido um gradativo aumento de vagas aos portadores com deficiência no país. Em todo o Brasil somaram, em 2010, 306.013 vagas e, em 2011, 325.291.
Fonte: SECOM/CSPB com informações da AGÊNCIA BRASIL
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