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Publicado: 13/06/2013 | 14:04
DELEGAÇÃO DA CSPB PARTICIPA DA 102ª CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO
Começou no último dia 5 e segue até 20 de junho a 102ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), em Genebra. Uma delegação composta por 27 dirigentes da CSPB e das entidades filiadas e vinculadas participa do evento, que tem como tema central A organização sindical e os direitos dos trabalhadores do serviço público. Nesta quarta-feira, 12, líderes sindicais de todo o mundo protestaram contra os países que violam os direitos dos trabalhadores.
Começou no último dia 5 e segue até 20 de junho a 102ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), em Genebra. Uma delegação composta por 27 dirigentes da CSPB e das entidades filiadas e vinculadas participa do evento, que tem como tema central A organização sindical e os direitos dos trabalhadores do serviço público. Nesta quarta-feira, 12, líderes sindicais de todo o mundo protestaram contra os países que violam os direitos dos trabalhadores. O protesto, denominado a "Estrada da vergonha", foi conduzido pela Internacional de Serviços Públicos, com participação da Federação Sindical Mundial.
Os líderes sindicais de todo o mundo percorreram a "Estrada da vergonha", fazendo um percurso de bicicleta parando nas missões e embaixadas em Genebra (Suíça) desses países que violam repetidamente os direitos dos trabalhadores. O "caminho da vergonha" coincide com a 102ª CIT, que tem como uma das principais tarefas determinar se os países estão cumprindo suas obrigações relativas aos direitos dos trabalhadores e seus sindicatos, dispostos em convenções da OIT - Organização Internacional do Trabalho.
Entre os países de particular interesse para os membros da ISP, encontram-se Argélia, Egito, Coréia do Sul, Guatemala, Botswana, Bangladesh, Colômbia e Turquia. O protesto também vai destacar as violações da Rússia, Canadá, Nigéria, Irã, Paraguai, Paquistão, Etiópia, Honduras, Camarões, República Dominicana, Mauritânia e Grécia. "Há um ataque ao setor público de forma coordenada em todo o mundo, tanto nas economias emergentes, onde as filiadas da ISP lutam para alcançar o pleno reconhecimento dos direitos dos trabalhadores, e em muitos outros países, por meio de medidas de austeridade e privatizações para enfraquecer os sindicatos e os direitos trabalhistas. Exigimos justiça social e proteção dos direitos dos trabalhadores, e rejeitar as empresas que violam as normas de direitos humanos", disse a secretária-geral da ISP, Rosa Pavanelli.
Entre aqueles que participarão do protesto na "Estrada da vergonha" estão líderes sindicais da Argélia, onde o governo reprimiu violentamente organizações sindicais independentes e da Guatemala, onde dezenas de sindicalistas foram mortos nos últimos anos. O protesto também indica outros casos como o do Egito, que recusa a sindicatos independentes o direito de greve ou de protesto, para silenciar suas reivindicações de uma sociedade justa. Também se cometem graves violações dos direitos humanos na Turquia, onde os membros dos sindicatos, incluindo as mulheres e, por vezes, até mesmo crianças, são trancados em isolamento sob falsos pretextos, e lhes é negado o acesso ao processo legal como deveria ou mesmo tratamento médico. Na Coréia do Sul, há recusa ao reconhecimento dos sindicatos democráticos e se obriga os trabalhadores a aceitarem empregos precários.
Pavanelli destaca: "Muitos governos preferem agir no interesse de poucos e esta é a razão pela qual as desigualdades aumentam em todo o mundo. Precisamos de investimento em condições de vida e trabalho decente, apoiados por serviços públicos de qualidade. Apoiamos os milhões de trabalhadores que lutam por seus direitos e não desistem. A solidariedade internacional torna-nos mais fortes."
Fonte: SECOM/CSPB com ISP
Os líderes sindicais de todo o mundo percorreram a "Estrada da vergonha", fazendo um percurso de bicicleta parando nas missões e embaixadas em Genebra (Suíça) desses países que violam repetidamente os direitos dos trabalhadores. O "caminho da vergonha" coincide com a 102ª CIT, que tem como uma das principais tarefas determinar se os países estão cumprindo suas obrigações relativas aos direitos dos trabalhadores e seus sindicatos, dispostos em convenções da OIT - Organização Internacional do Trabalho.
Entre os países de particular interesse para os membros da ISP, encontram-se Argélia, Egito, Coréia do Sul, Guatemala, Botswana, Bangladesh, Colômbia e Turquia. O protesto também vai destacar as violações da Rússia, Canadá, Nigéria, Irã, Paraguai, Paquistão, Etiópia, Honduras, Camarões, República Dominicana, Mauritânia e Grécia. "Há um ataque ao setor público de forma coordenada em todo o mundo, tanto nas economias emergentes, onde as filiadas da ISP lutam para alcançar o pleno reconhecimento dos direitos dos trabalhadores, e em muitos outros países, por meio de medidas de austeridade e privatizações para enfraquecer os sindicatos e os direitos trabalhistas. Exigimos justiça social e proteção dos direitos dos trabalhadores, e rejeitar as empresas que violam as normas de direitos humanos", disse a secretária-geral da ISP, Rosa Pavanelli.
Entre aqueles que participarão do protesto na "Estrada da vergonha" estão líderes sindicais da Argélia, onde o governo reprimiu violentamente organizações sindicais independentes e da Guatemala, onde dezenas de sindicalistas foram mortos nos últimos anos. O protesto também indica outros casos como o do Egito, que recusa a sindicatos independentes o direito de greve ou de protesto, para silenciar suas reivindicações de uma sociedade justa. Também se cometem graves violações dos direitos humanos na Turquia, onde os membros dos sindicatos, incluindo as mulheres e, por vezes, até mesmo crianças, são trancados em isolamento sob falsos pretextos, e lhes é negado o acesso ao processo legal como deveria ou mesmo tratamento médico. Na Coréia do Sul, há recusa ao reconhecimento dos sindicatos democráticos e se obriga os trabalhadores a aceitarem empregos precários.
Pavanelli destaca: "Muitos governos preferem agir no interesse de poucos e esta é a razão pela qual as desigualdades aumentam em todo o mundo. Precisamos de investimento em condições de vida e trabalho decente, apoiados por serviços públicos de qualidade. Apoiamos os milhões de trabalhadores que lutam por seus direitos e não desistem. A solidariedade internacional torna-nos mais fortes."
Fonte: SECOM/CSPB com ISP
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