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Publicado: 6/05/2013 | 10:16
COMISSÃO EUROPEIA DIZ QUE ESPANHA E GRÉCIA SOFRERÃO AUMENTO DO DESEMPREGO
A Comissão Europeia divulgou na sexta-feira (3) uma série de previsões macroeconômicas que admitem uma piora na perspectiva geral da economia regional no que diz respeito às possibilidades de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e de redução do desemprego.
A Comissão Europeia divulgou na sexta-feira (3) uma série de previsões macroeconômicas que admitem uma piora na perspectiva geral da economia regional no que diz respeito às possibilidades de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e de redução do desemprego. A projeção é de uma retração de 0,4% do PIB da zona do euro este ano e de 1,2% em 2014 – em fevereiro, a estimativa era de contração de 0,3% e de alta de 1,4%, respectivamente.
O alto nível de desemprego continua sendo uma das principais preocupações e, segundo as novas projeções macroeconômicas, nos países do euro o desemprego subirá para 12,2% este ano e descerá para 12,1% em 2014, ficando em 11,1% na UE nos dois anos. "É preciso fazer o possível para superar a crise do desemprego na Europa", disse em comunicado o vice-presidente da Comissão Europeia e responsável de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, que pediu ainda aos países-membro que adotem reformas estruturais que garantam a retomada do crescimento.
Entre as economias mais afetadas também houve ligeira piora nas perspectivas. Para a Espanha, a previsão é de que o PIB retroceda 1,5% este ano, frente a 1,4% na análise de fevereiro. No próximo ano a Comissão Europeia acredita em avanço de 0,9%. "Prevê-se que o PIB real se contraia 1,5% em 2013, ligeiramente mais do que em 2012", indicou o relatório, que aponta que a economia espanhola se estabilizará no final deste ano.
Em 2014, a economia voltaria a subir, com um aumento de 0,3% no PIB no primeiro trimestre, de 0,4% no segundo e de 0,5% no terceiro e no quarto, até finalizar o ano com um crescimento de 0,9%.
Nas previsões macroeconômicas divulgadas hoje, o Executivo comunitário também prevê um maior aumento do desemprego com relação à expectativa de fevereiro, apostando agora em índice de 27% em 2013 e de 26,4% em 2014.
Na Grécia, a perspectiva também é de melhora a partir do próximo ano. Para este ano, estima-se retração de 4,2% no PIB, no que será o sexto ano seguido de recessão, criada pela “depressão do consumo” provocada por aumento do desemprego, cortes nos salários e redução de investimentos sociais. Mas, na leitura da Comissão Europeia, a situação melhora em 2014, com expansão econômica de 0,6%, graças a uma melhora da confiança, o que pode garantir a retomada dos investimentos.
O desemprego continuará crescendo em 2013 até alcançar 27%, arrastado por fatores como a queda da demanda e as reduções dos custos trabalhistas, mas em 2014 se reduzirá em um ponto graças à recuperação econômica.
Em relação à França, aposta-se em uma queda menos acentuada do PIB, de 0,1% este ano, com crescimento de 1,1% em 2014. O país ganhou mais um ano, até 2015, para levar o déficit público aos níveis impostos pela União Europeia, embora a comissão tenha feito uma cobrança de que sejam adotadas rapidamente medidas para frear o problema.
Para a Itália a Comissão Europeia projeta uma recessão de 1,3% este ano e um crescimento de 0,7% em 2014. As previsões assinalam que a atividade econômica italiana cairá novamente em 2013 pois "a baixa confiança, a redução de salários e a falta de crédito seguem sendo uma barreira para o consumo e o investimento".
O desemprego na Itália será em 2013 de 11,8%, seguindo a tendência de alta dos últimos anos (em 2012 a taxa foi de 10,7%). Rehn disse ainda que está em contato com o ministro italiano de Economia, Fabrizio Saccomani, e que espera "receber nas próximas semanas um programa detalhado de sua agenda de novas reformas".
Fonte: REDE BRASIL ATUAL
O alto nível de desemprego continua sendo uma das principais preocupações e, segundo as novas projeções macroeconômicas, nos países do euro o desemprego subirá para 12,2% este ano e descerá para 12,1% em 2014, ficando em 11,1% na UE nos dois anos. "É preciso fazer o possível para superar a crise do desemprego na Europa", disse em comunicado o vice-presidente da Comissão Europeia e responsável de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, que pediu ainda aos países-membro que adotem reformas estruturais que garantam a retomada do crescimento.
Entre as economias mais afetadas também houve ligeira piora nas perspectivas. Para a Espanha, a previsão é de que o PIB retroceda 1,5% este ano, frente a 1,4% na análise de fevereiro. No próximo ano a Comissão Europeia acredita em avanço de 0,9%. "Prevê-se que o PIB real se contraia 1,5% em 2013, ligeiramente mais do que em 2012", indicou o relatório, que aponta que a economia espanhola se estabilizará no final deste ano.
Em 2014, a economia voltaria a subir, com um aumento de 0,3% no PIB no primeiro trimestre, de 0,4% no segundo e de 0,5% no terceiro e no quarto, até finalizar o ano com um crescimento de 0,9%.
Nas previsões macroeconômicas divulgadas hoje, o Executivo comunitário também prevê um maior aumento do desemprego com relação à expectativa de fevereiro, apostando agora em índice de 27% em 2013 e de 26,4% em 2014.
Na Grécia, a perspectiva também é de melhora a partir do próximo ano. Para este ano, estima-se retração de 4,2% no PIB, no que será o sexto ano seguido de recessão, criada pela “depressão do consumo” provocada por aumento do desemprego, cortes nos salários e redução de investimentos sociais. Mas, na leitura da Comissão Europeia, a situação melhora em 2014, com expansão econômica de 0,6%, graças a uma melhora da confiança, o que pode garantir a retomada dos investimentos.
O desemprego continuará crescendo em 2013 até alcançar 27%, arrastado por fatores como a queda da demanda e as reduções dos custos trabalhistas, mas em 2014 se reduzirá em um ponto graças à recuperação econômica.
Em relação à França, aposta-se em uma queda menos acentuada do PIB, de 0,1% este ano, com crescimento de 1,1% em 2014. O país ganhou mais um ano, até 2015, para levar o déficit público aos níveis impostos pela União Europeia, embora a comissão tenha feito uma cobrança de que sejam adotadas rapidamente medidas para frear o problema.
Para a Itália a Comissão Europeia projeta uma recessão de 1,3% este ano e um crescimento de 0,7% em 2014. As previsões assinalam que a atividade econômica italiana cairá novamente em 2013 pois "a baixa confiança, a redução de salários e a falta de crédito seguem sendo uma barreira para o consumo e o investimento".
O desemprego na Itália será em 2013 de 11,8%, seguindo a tendência de alta dos últimos anos (em 2012 a taxa foi de 10,7%). Rehn disse ainda que está em contato com o ministro italiano de Economia, Fabrizio Saccomani, e que espera "receber nas próximas semanas um programa detalhado de sua agenda de novas reformas".
Fonte: REDE BRASIL ATUAL
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