Destaques
Publicado: 19/03/2013 | 09:55
PARLAMENTARES CRITICAM RETIRADA DE PROJETO SOBRE AGÊNCIAS REGULADORAS
A decisão da presidente Dilma Rousseff de arquivar o projeto da Lei Geral das Agências Reguladoras (PL 3337/04), que estava sendo analisado pelos deputados há mais de oito anos, provocou protestos entre parlamentares da oposição e do governo.
A decisão da presidente Dilma Rousseff de arquivar o projeto da Lei Geral das Agências Reguladoras (PL 3337/04), que estava sendo analisado pelos deputados há mais de oito anos, provocou protestos entre parlamentares da oposição e do governo.
O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que foi o relator da comissão especial criada para analisar a proposta, defendeu a apresentação de um novo projeto sobre o assunto, por iniciativa do Legislativo, caso o governo não o faça. "Caso o Executivo não envie um novo projeto, eu acredito que o próprio Congresso poderia fazer, por autoria de algum parlamentar, para retomar essa discussão, que é importante para o País. Na minha opinião, ela não deve ser interditada de maneira nenhuma."
Na última sexta-feira (15), ao anunciar a retirada do projeto de lei que definia as atribuições das agências reguladoras, a presidente Dilma disse que a legislação atual já basta. "Dá para fazer muita coisa com o que existe. A gente tem faze com o que já existe, muito mais."
O líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), cobrou do governo o envio de um novo projeto que recupere as agências reguladoras e restabeleça sua importância e autonomia. “Esperamos que o governo entregue uma proposta de melhor qualidade e que haja ampla discussão no Congresso, dada a importância das agências. É o mínimo que esperamos. Nesses dez anos de gestão petista, essas agências foram desvirtuadas”, comentou.
Enviado em 2004 pelo então presidente Lula, o projeto previa a transferência de parte do poder das agências para os ministérios. As agências ficariam responsáveis principalmente pela fiscalização.
Alterações no Congresso
O deputado Picciani não acredita que o projeto tenha sido retirado por causa das alterações feitas pelos deputados. "O governo participou do processo de discussão. Como é um governo de continuidade, eu não acredito que nada tenha tornado o governo insatisfeito. As principais mudanças que nós fizemos, a primeira foi a introdução de instrumentos de transparência e de controle social, de controle externo das agências, que terão de prestar contas ao Congresso Nacional, prestar contas à Controladoria da União, ter que disponibilizar todos os seus dados para a sociedade na internet."
Ao mesmo tempo em que retirou o projeto, a presidente Dilma defendeu o fortalecimento das agências reguladoras, mas não deixou claro se enviará ou não outra proposta ao Congresso.
Fonte: Agência Câmara
O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que foi o relator da comissão especial criada para analisar a proposta, defendeu a apresentação de um novo projeto sobre o assunto, por iniciativa do Legislativo, caso o governo não o faça. "Caso o Executivo não envie um novo projeto, eu acredito que o próprio Congresso poderia fazer, por autoria de algum parlamentar, para retomar essa discussão, que é importante para o País. Na minha opinião, ela não deve ser interditada de maneira nenhuma."
Na última sexta-feira (15), ao anunciar a retirada do projeto de lei que definia as atribuições das agências reguladoras, a presidente Dilma disse que a legislação atual já basta. "Dá para fazer muita coisa com o que existe. A gente tem faze com o que já existe, muito mais."
O líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), cobrou do governo o envio de um novo projeto que recupere as agências reguladoras e restabeleça sua importância e autonomia. “Esperamos que o governo entregue uma proposta de melhor qualidade e que haja ampla discussão no Congresso, dada a importância das agências. É o mínimo que esperamos. Nesses dez anos de gestão petista, essas agências foram desvirtuadas”, comentou.
Enviado em 2004 pelo então presidente Lula, o projeto previa a transferência de parte do poder das agências para os ministérios. As agências ficariam responsáveis principalmente pela fiscalização.
Alterações no Congresso
O deputado Picciani não acredita que o projeto tenha sido retirado por causa das alterações feitas pelos deputados. "O governo participou do processo de discussão. Como é um governo de continuidade, eu não acredito que nada tenha tornado o governo insatisfeito. As principais mudanças que nós fizemos, a primeira foi a introdução de instrumentos de transparência e de controle social, de controle externo das agências, que terão de prestar contas ao Congresso Nacional, prestar contas à Controladoria da União, ter que disponibilizar todos os seus dados para a sociedade na internet."
Ao mesmo tempo em que retirou o projeto, a presidente Dilma defendeu o fortalecimento das agências reguladoras, mas não deixou claro se enviará ou não outra proposta ao Congresso.
Fonte: Agência Câmara
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5823 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5496 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5048 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (4983 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4871 views • 09/07/2026)
06
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4813 views • 21/07/2026)
07
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4773 views • 08/07/2026)
08
CSPB amplia articulação política e convoca servidores para audiência pública decisiva sobre a negociação coletiva no serviço público (4760 views • 23/07/2026)
09
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4692 views • 01/07/2026)
10