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Publicado: 12/03/2013 | 10:11
CENTRAIS REIVINDICAM REDUÇÃO DE JORNADA E GARANTIAS CONTRA A DEMISSÃO IMOTIVADA
Mais de 60.00 trabalhadores ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para exigir do Congresso e do governo melhores salários e condições de trabalho aos brasileiros.
Mais de 60.00 trabalhadores ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para exigir do Congresso e do governo melhores salários e condições de trabalho aos brasileiros. Na ocasião da 7º Marcha das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais, ocorrida no dia 6 de março, as maiores lideranças sindicais do país se reuniram para entregar as pautas de suas reivindicações ao Congresso Brasileiro e ao poder executivo.
Dentre o conjunto de demandas da classe trabalhadora, está a regulamentação da convenção 158 da OIT que combate a demissão imotivada, e a equiparação salarial entre homens e mulheres ao ocuparem o mesmo cargo. O presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), José Calixto Ramos, denunciou o forte lobby do patronato no Congresso que, em outras oportunidades, conseguiu derrubar a Convenção 158 da pauta de discussão nas comissões parlamentares, “o Congresso, eu diria até de forma um tanto reacionária, não deixou que a pauta passasse nem nas comissões. Para se ter uma ideia, na comissão de trabalho, nós perdemos por 20 votos a 1. Essa é uma demonstração de total irracionalidade por parte do empresariado”, concluiu Calixto.
Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários
Outra importante reivindicação se refere à redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários. O secretário geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Canindé Pegado, informou que essa reivindicação é uma antiga bandeira movimento sindical e que, felizmente, os trabalhadores estão perto de conquistá-la.
Pegado destacou a importante colaboração que tal medida traria para o aumento na geração de novos empregos: “pesquisa feita pelo Dieese confirma que a redução para 40 horas gera, já no primeiro ano, em torno de 2 milhões e 400 mil novos empregos. Isso num país onde os jovens estão atirados ao mercado de trabalho, sem condições de ingressar nesse mercado por falta de oportunidade. Por isso que a redução da jornada para 40 horas é muito importante. Ela vai dar oportunidade à esses jovens que estão em busca do primeiro emprego”, concluiu Canindé.
Assista:

SECOM/CSPB
Dentre o conjunto de demandas da classe trabalhadora, está a regulamentação da convenção 158 da OIT que combate a demissão imotivada, e a equiparação salarial entre homens e mulheres ao ocuparem o mesmo cargo. O presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), José Calixto Ramos, denunciou o forte lobby do patronato no Congresso que, em outras oportunidades, conseguiu derrubar a Convenção 158 da pauta de discussão nas comissões parlamentares, “o Congresso, eu diria até de forma um tanto reacionária, não deixou que a pauta passasse nem nas comissões. Para se ter uma ideia, na comissão de trabalho, nós perdemos por 20 votos a 1. Essa é uma demonstração de total irracionalidade por parte do empresariado”, concluiu Calixto.
Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários
Outra importante reivindicação se refere à redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários. O secretário geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Canindé Pegado, informou que essa reivindicação é uma antiga bandeira movimento sindical e que, felizmente, os trabalhadores estão perto de conquistá-la.
Pegado destacou a importante colaboração que tal medida traria para o aumento na geração de novos empregos: “pesquisa feita pelo Dieese confirma que a redução para 40 horas gera, já no primeiro ano, em torno de 2 milhões e 400 mil novos empregos. Isso num país onde os jovens estão atirados ao mercado de trabalho, sem condições de ingressar nesse mercado por falta de oportunidade. Por isso que a redução da jornada para 40 horas é muito importante. Ela vai dar oportunidade à esses jovens que estão em busca do primeiro emprego”, concluiu Canindé.
Assista:

SECOM/CSPB
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