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Publicado: 27/09/2012 | 12:21
GOVERNO SINALIZA QUE PODE VOLTAR A NEGOCIAR COM A PF
O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou a sinalizar que está disposto a negociar um plano de reestruturação de carreira com os servidores da Polícia Federal, que estão em greve há cerca de 50 dias.
O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou a sinalizar que está disposto a negociar um plano de reestruturação de carreira com os servidores da Polícia Federal, que estão em greve há cerca de 50 dias.
Entre as categorias que entraram de greve no ano de 2012, a Polícia Federal é uma das únicas que ainda continuam paralisadas e que decidiram não voltar ao trabalho em quanto, as negociações com o governo não fossem reabertas.
A categoria que representa agentes, papiloscopistas e escrivães foi à única parcela da PF que não aceitou o acordo fechado entre o Governo Federal e os delegados, peritos e agentes administrativos da entidade em agosto desse ano.
Segundo o ministro da justiça, as negociações foram encerradas em 31 de agosto, além de que o orçamento de 2013 já está fechado. “Em relação a 2013, nada poderá ser mais feito, o que não afasta a discussão das propostas da categoria”. O ministro também avisou que o ponto dos servidores será cortado.
Na última semana o Superior Tribunal de Justiça, determinou que o efetivo deve estar a disposição para trabalhar durante as eleições, e que todas as atividades, como aeroportos, portos e fiscalizações sejam mantidas normalmente nesse período.
Foram fixadas ainda a manutenção de cerca de 70% dos serviços da Polícia Federal Judiciária, de inteligência e das que atuam nas fronteiras do país, além, de 50% do efetivo na Polícia Federal Administrativa e 30% nas tarefas residuais.
Segundo média divulgada pela Polícia Federal nos meses de janeiro a julho desse ano foram realizadas cerca de 23 operações, já em agosto e setembro, esse número caiu para 13 operações efetuadas. Durante todo o processo de greve, cerca de 7 mil servidores da PF aderiram à greve, iniciada em 07 de agosto.
SECOM - CSPB
Entre as categorias que entraram de greve no ano de 2012, a Polícia Federal é uma das únicas que ainda continuam paralisadas e que decidiram não voltar ao trabalho em quanto, as negociações com o governo não fossem reabertas.
A categoria que representa agentes, papiloscopistas e escrivães foi à única parcela da PF que não aceitou o acordo fechado entre o Governo Federal e os delegados, peritos e agentes administrativos da entidade em agosto desse ano.
Segundo o ministro da justiça, as negociações foram encerradas em 31 de agosto, além de que o orçamento de 2013 já está fechado. “Em relação a 2013, nada poderá ser mais feito, o que não afasta a discussão das propostas da categoria”. O ministro também avisou que o ponto dos servidores será cortado.
Na última semana o Superior Tribunal de Justiça, determinou que o efetivo deve estar a disposição para trabalhar durante as eleições, e que todas as atividades, como aeroportos, portos e fiscalizações sejam mantidas normalmente nesse período.
Foram fixadas ainda a manutenção de cerca de 70% dos serviços da Polícia Federal Judiciária, de inteligência e das que atuam nas fronteiras do país, além, de 50% do efetivo na Polícia Federal Administrativa e 30% nas tarefas residuais.
Segundo média divulgada pela Polícia Federal nos meses de janeiro a julho desse ano foram realizadas cerca de 23 operações, já em agosto e setembro, esse número caiu para 13 operações efetuadas. Durante todo o processo de greve, cerca de 7 mil servidores da PF aderiram à greve, iniciada em 07 de agosto.
SECOM - CSPB
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