Destaques
Publicado: 12/09/2012 | 11:28
GOVERNO DEVOLVE PONTO DOS SERVIDORES
Depois de cortar o ponto de mais de 8 mil servidores que estavam em greve entre os dias 15 de julho e 15 de agosto, o governo federal voltou atrás na decisão e autorizou o pagamento de 50% dos dias descontados, um total de R$ 13,3 milhões de reais
Depois de cortar o ponto de mais de 8 mil servidores que estavam em greve entre os dias 15 de julho e 15 de agosto, o governo federal voltou atrás na decisão e autorizou o pagamento de 50% dos dias descontados, um total de R$ 13,3 milhões de reais.
No total, 11.595 servidores tiveram seus pontos suspensos, porém os 2.563 servidores restantes são os que ainda não encerram as paralisações e os servidores de universidades que não tiveram cortes, pois o período de greve será reposto para não haver perda de conteúdo para os alunos.
A primeira parcela entra nas contas dos servidores hoje, 12, mas segundo o Ministério do Planejamento a segunda parcela de devoluções será definida após a elaboração de uma planilha de reposição de horas não trabalhadas, que cada categoria deverá formular junto ao seu órgão. O primeiro órgão a elaborar o cronograma de reposição foi o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A fiscalização da reposição dos dias parados será feita pela Controladoria-Geral da União, porém, cada cronograma de reposição deverá ser aprovado pelo Planejamento, que analisará se a reposição é real e se não irá prejudicar as funções de rotina de cada servidor. Os servidores que não cumprirem o novo acordo terão o corte no ponto debitado da segunda parcela de devolução dos dias parados.
Segundo o Ministério do Planejamento, a decisão de devolver os dias cortados faz parte dos acordos fechados entre as categorias e o governo federal que beneficiará apenas as categorias que aceitaram o acordo de reajuste de 15,8%, dividido em três parcelas de 5% a cada ano, entre 2013 e 2015.
Histórico
Os servidores do executivo iniciaram as paralisações no dia 18 de junho, tornando-s a maior greve do funcionalismo nos últimos 10 anos. De acordo com os cálculos do Planejamento, cerca de 8.931 servidores aderiram às paralisações por melhores salários e condições de trabalho mais dignas de trabalho.
Ao todo 12 categorias ainda não retornaram ao trabalho, incluindo auditores da Receita Federal e agentes da Polícia Federal, que querem um reajuste maior que os 15% oferecidos e a reestruturação dos planos de carreiras.
SECOM - CSPB
No total, 11.595 servidores tiveram seus pontos suspensos, porém os 2.563 servidores restantes são os que ainda não encerram as paralisações e os servidores de universidades que não tiveram cortes, pois o período de greve será reposto para não haver perda de conteúdo para os alunos.
A primeira parcela entra nas contas dos servidores hoje, 12, mas segundo o Ministério do Planejamento a segunda parcela de devoluções será definida após a elaboração de uma planilha de reposição de horas não trabalhadas, que cada categoria deverá formular junto ao seu órgão. O primeiro órgão a elaborar o cronograma de reposição foi o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A fiscalização da reposição dos dias parados será feita pela Controladoria-Geral da União, porém, cada cronograma de reposição deverá ser aprovado pelo Planejamento, que analisará se a reposição é real e se não irá prejudicar as funções de rotina de cada servidor. Os servidores que não cumprirem o novo acordo terão o corte no ponto debitado da segunda parcela de devolução dos dias parados.
Segundo o Ministério do Planejamento, a decisão de devolver os dias cortados faz parte dos acordos fechados entre as categorias e o governo federal que beneficiará apenas as categorias que aceitaram o acordo de reajuste de 15,8%, dividido em três parcelas de 5% a cada ano, entre 2013 e 2015.
Histórico
Os servidores do executivo iniciaram as paralisações no dia 18 de junho, tornando-s a maior greve do funcionalismo nos últimos 10 anos. De acordo com os cálculos do Planejamento, cerca de 8.931 servidores aderiram às paralisações por melhores salários e condições de trabalho mais dignas de trabalho.
Ao todo 12 categorias ainda não retornaram ao trabalho, incluindo auditores da Receita Federal e agentes da Polícia Federal, que querem um reajuste maior que os 15% oferecidos e a reestruturação dos planos de carreiras.
SECOM - CSPB
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5825 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5499 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5051 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (4989 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4873 views • 09/07/2026)
06
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4827 views • 21/07/2026)
07
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4776 views • 08/07/2026)
08
CSPB amplia articulação política e convoca servidores para audiência pública decisiva sobre a negociação coletiva no serviço público (4765 views • 23/07/2026)
09
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4696 views • 01/07/2026)
10