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Publicado: 23/08/2012 | 16:33
REAJUSTE PARA MILITARES
O Palácio do Planalto está acertando com o ministro da Defesa, Celso Amorim, os últimos detalhes da proposta de reajuste dos militares a partir de 2013.
O Palácio do Planalto está acertando com o ministro da Defesa, Celso Amorim, os últimos detalhes da proposta de reajuste dos militares a partir de 2013. O governo pretende divulgar os valores somente no próximo dia 31, quando enviará a proposta do Orçamento de 2013 ao Congresso. Também está sendo definido se o reajuste incidirá sobre o soldo ou sobre os adicionais.
Dentro do Executivo, ao lado de algumas carreiras, como os técnicos de nível superior, os militares são os que estão com seus vencimentos mais defasados, embora tenham tido reajuste em 2008, 2009 e 2010, como os civis. As negociações entre os ministérios da Defesa e do Planejamento se arrastam desde o início do ano. Ainda em meados de 2011, os comandos das três Forças Armadas - Exército, Aeronáutica e Marinha - fizeram um estudo descrevendo a situação remuneratória e a distorção em relação a outras carreiras do Executivo.
O Ministério da Defesa tem pouco mais de 377 mil servidores civis e militares. Os servidores sem farda, como os 15 mil dos núcleos de tecnologia das três forças, avaliam entrar em greve. Os técnicos esperavam receber proposta de reajuste de 15,8%, apresentada pelo Planejamento. Na Aeronáutica, os servidores da área da saúde já pararam de trabalhar e aguardam oferta do governo.
A última mudança no soldo-base do Exército foi fixada pela Lei nº 11.784, de setembro de 2008, e previa reajustes parcelados até julho de 2010. O soldo de um recruta é de R$ 492, abaixo do salário mínimo, que é R$ 622. Um sargento recebe R$ 2,3 mil, um segundo tenente, R$ 4,6 mil e um capitão de aeronáutica R$ 8,5 mil.
Fonte: Correio Braziliense
Dentro do Executivo, ao lado de algumas carreiras, como os técnicos de nível superior, os militares são os que estão com seus vencimentos mais defasados, embora tenham tido reajuste em 2008, 2009 e 2010, como os civis. As negociações entre os ministérios da Defesa e do Planejamento se arrastam desde o início do ano. Ainda em meados de 2011, os comandos das três Forças Armadas - Exército, Aeronáutica e Marinha - fizeram um estudo descrevendo a situação remuneratória e a distorção em relação a outras carreiras do Executivo.
O Ministério da Defesa tem pouco mais de 377 mil servidores civis e militares. Os servidores sem farda, como os 15 mil dos núcleos de tecnologia das três forças, avaliam entrar em greve. Os técnicos esperavam receber proposta de reajuste de 15,8%, apresentada pelo Planejamento. Na Aeronáutica, os servidores da área da saúde já pararam de trabalhar e aguardam oferta do governo.
A última mudança no soldo-base do Exército foi fixada pela Lei nº 11.784, de setembro de 2008, e previa reajustes parcelados até julho de 2010. O soldo de um recruta é de R$ 492, abaixo do salário mínimo, que é R$ 622. Um sargento recebe R$ 2,3 mil, um segundo tenente, R$ 4,6 mil e um capitão de aeronáutica R$ 8,5 mil.
Fonte: Correio Braziliense
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