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Publicado: 1/08/2012 | 11:00
PLANEJAMENTO CONVOCA REUNIÃO COM PROFESSORES GREVISTAS
Os sindicatos, que representam professores em 57 das 59 universidades federais em greve, se reúnem nesta quarta-feira, às 21h, com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para tentar encerrar por definitivo a greve que já dura mais de 60 dias.
Os sindicatos, que representam professores em 57 das 59 universidades federais em greve, se reúnem nesta quarta-feira, às 21h, com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para tentar encerrar por definitivo a greve que já dura mais de 60 dias.
Representantes dos 34 institutos federais paralisados desde junho também participam da mesa de negociações. A categoria é a única que está com processo de negociação aberto com o governo federal, já que a presidente Dilma Rousseff suspendeu acordos com todos os outros grupos de servidores públicos.
Da parte do governo federal, ainda há uma falta de definição sobre como lidar com as reivindicações dos grevistas. No entanto, uma recomendação é certa: não há margem fiscal para ceder novamente. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a proposta do Palácio do Planalto que prevê correção salarial entre 25% e 45% é definitiva.
Para a presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Marinalva Oliveira, o governo continua negociando em uma linha diferente da dos grevistas. "Nós falamos de reestruturação de carreira e eles só falam de tabelas", afirmou.
Ainda segundo Marinalva, os resultados colhidos nas assembleias universitárias estão em fase final de sistematização para serem apresentados na reunião com o Planejamento. "Vamos para A mesa mostrar esses dados e reiterar que precisamos iniciar uma negociação efetiva".
A proposta apresentada na semana passada aos professores oferece à categoria reajuste mínimo de 25% e o máximo é de 45%. Os valores modificados representam um impacto de R$ 4,2 bilhões no orçamento da União.
Entre as principais divergências, porém, está o fato de o Executivo continuar mantendo a carreira dos docentes com quatro cargos distintos, priorizando a titulação e a dedicação exclusiva. Os sindicatos defendem a carreira unificada e afirmam que o governo federal ainda mantém uma estrutura hierarquizada.
Fonte: Correio Braziliense
Representantes dos 34 institutos federais paralisados desde junho também participam da mesa de negociações. A categoria é a única que está com processo de negociação aberto com o governo federal, já que a presidente Dilma Rousseff suspendeu acordos com todos os outros grupos de servidores públicos.
Da parte do governo federal, ainda há uma falta de definição sobre como lidar com as reivindicações dos grevistas. No entanto, uma recomendação é certa: não há margem fiscal para ceder novamente. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a proposta do Palácio do Planalto que prevê correção salarial entre 25% e 45% é definitiva.
Para a presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Marinalva Oliveira, o governo continua negociando em uma linha diferente da dos grevistas. "Nós falamos de reestruturação de carreira e eles só falam de tabelas", afirmou.
Ainda segundo Marinalva, os resultados colhidos nas assembleias universitárias estão em fase final de sistematização para serem apresentados na reunião com o Planejamento. "Vamos para A mesa mostrar esses dados e reiterar que precisamos iniciar uma negociação efetiva".
A proposta apresentada na semana passada aos professores oferece à categoria reajuste mínimo de 25% e o máximo é de 45%. Os valores modificados representam um impacto de R$ 4,2 bilhões no orçamento da União.
Entre as principais divergências, porém, está o fato de o Executivo continuar mantendo a carreira dos docentes com quatro cargos distintos, priorizando a titulação e a dedicação exclusiva. Os sindicatos defendem a carreira unificada e afirmam que o governo federal ainda mantém uma estrutura hierarquizada.
Fonte: Correio Braziliense
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