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Publicado: 31/07/2012 | 15:14
GOVERNO ADIA REUNIÃO COM SERVIDORES FEDERAIS
O Ministério do Planejamento cancelou a reunião que teria nesta terça-feira, 31, com representantes dos servidores públicos para apresentar uma contraproposta às suas reivindicações salariais. O governo havia estipulado para hoje o prazo final para responder ao pedido dos servidores, que querem reajuste salarial linear de 22%.
O Ministério do Planejamento cancelou a reunião que teria nesta terça-feira, 31, com representantes dos servidores públicos para apresentar uma contraproposta às suas reivindicações salariais. O governo havia estipulado para hoje o prazo final para responder ao pedido dos servidores, que querem reajuste salarial linear de 22%.
A paralisação parcial, que atinge 35 órgãos em 26 unidades da federação, já dura mais de 40 dias. A greve atingiu maior amplitude nas universidades federais, que estão paradas há 78 dias.Pelo novo cronograma, as reuniões deverão ocorrer entre os dias 13 e 17 de agosto.
De acordo com fontes do governo, o adiamento foi provocado porque a área econômica não definiu os parâmetros para a elaboração do projeto de Orçamento de 2013. Esses parâmetros dependem não apenas de indicadores econômicos, como a inflação e o crescimento projetado para o Produto Interno Bruto (PIB), mas também das medidas do pacote de estímulo ao investimento privado, que será anunciado nos próximos dias.
Para Helio de Melo, diretor de Assuntos da Área Federal da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), o cancelamento da reunião com os representantes dos servidores públicos se trata de uma forma de protelar o aumento aos servidores públicos para o próximo ano.
O diretor acredita ainda que a CSPB poderia convocar os representantes das centrais sindicais para protestar contra essa medida do Ministério do Planejamento. “Se não o Ministério continuará prorrogando o atendimento às reivindicações dos servidores públicos.Agora prorrogaram para agosto, depois são capazes de adiar para setembro, em outubro tem as eleições, e depois das eleições acaba o ano,” explica.
Os auditores fiscais da Receita Federal manterão sua assembleia marcada para quarta, dia 1º, na qual decidirão o futuro do movimento. Assim como os funcionários do Judiciário do Distrito Federal decidiram aderir a partir de amanhã à paralisação dos demais funcionários públicos. Além do DF, os servidores de Mato Grosso e Rio de Janeiro já definiram que começarão greve no dia 8.
Na última segunda-feira, 30, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, informou que o Poder Judiciário deve encaminhar aumento médio de 56% nos salários pedidos pelos servidores dentro de sua proposta orçamentária global até o dia 15 de agosto. O anúncio foi feito durante reunião com representantes da categoria.
O Judiciário tem até essa data para enviar o documento à Secretaria de Orçamento Federal (SOF) do Ministério do Planejamento. A proposta deve ser consolidada até 31 de agosto como lei orçamentária a ser enviada ao Congresso.
CSPB – SECOM com informações do Valor Econômico
A paralisação parcial, que atinge 35 órgãos em 26 unidades da federação, já dura mais de 40 dias. A greve atingiu maior amplitude nas universidades federais, que estão paradas há 78 dias.Pelo novo cronograma, as reuniões deverão ocorrer entre os dias 13 e 17 de agosto.
De acordo com fontes do governo, o adiamento foi provocado porque a área econômica não definiu os parâmetros para a elaboração do projeto de Orçamento de 2013. Esses parâmetros dependem não apenas de indicadores econômicos, como a inflação e o crescimento projetado para o Produto Interno Bruto (PIB), mas também das medidas do pacote de estímulo ao investimento privado, que será anunciado nos próximos dias.
Para Helio de Melo, diretor de Assuntos da Área Federal da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), o cancelamento da reunião com os representantes dos servidores públicos se trata de uma forma de protelar o aumento aos servidores públicos para o próximo ano.
O diretor acredita ainda que a CSPB poderia convocar os representantes das centrais sindicais para protestar contra essa medida do Ministério do Planejamento. “Se não o Ministério continuará prorrogando o atendimento às reivindicações dos servidores públicos.Agora prorrogaram para agosto, depois são capazes de adiar para setembro, em outubro tem as eleições, e depois das eleições acaba o ano,” explica.
Os auditores fiscais da Receita Federal manterão sua assembleia marcada para quarta, dia 1º, na qual decidirão o futuro do movimento. Assim como os funcionários do Judiciário do Distrito Federal decidiram aderir a partir de amanhã à paralisação dos demais funcionários públicos. Além do DF, os servidores de Mato Grosso e Rio de Janeiro já definiram que começarão greve no dia 8.
Na última segunda-feira, 30, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, informou que o Poder Judiciário deve encaminhar aumento médio de 56% nos salários pedidos pelos servidores dentro de sua proposta orçamentária global até o dia 15 de agosto. O anúncio foi feito durante reunião com representantes da categoria.
O Judiciário tem até essa data para enviar o documento à Secretaria de Orçamento Federal (SOF) do Ministério do Planejamento. A proposta deve ser consolidada até 31 de agosto como lei orçamentária a ser enviada ao Congresso.
CSPB – SECOM com informações do Valor Econômico
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