Destaques
Publicado: 17/07/2012 | 13:33
GREVE NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CRESCE A CADA DIA
A onda de greves no serviço público federal cresceu e ganhou novas adesões. Cerca de 35% dos funcionários de dez agências reguladoras, além do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), cruzaram os braços nesta segunda-feira, 16.
A onda de greves no serviço público federal cresceu e ganhou novas adesões. Cerca de 35% dos funcionários de dez agências reguladoras, além do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), cruzaram os braços nesta segunda-feira, 16.
O contingente parado representa 2,5 mil dos 7 mil servidores do DNPM e das agências nacionais de Vigilância Sanitária (Anvisa), Águas (ANA), Telecomunicações (Anatel), Cinema (Ancine), Energia Elétrica (Aneel), Saúde Suplementar (ANS), Transportes Aquaviários (Antaq), Transportes Terrestres (ANTT), Petróleo (ANP) e Aviação Civil (Anac).
Trabalhadores eletricitários de 14 empresas do grupo Eletrobras também pararam, segundo informações da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU). Apenas a área operacional da estatal permanece em atividade.
O Palácio do Planalto informou, no entanto, que não vai intervir nas negociações conduzidas pelo Ministério do Planejamento. Os servidores vão engrossar o movimento nesta terça-feira, 17, com uma marcha na Esplanada dos Ministérios.
Essas categorias se juntaram aos servidores de 95% das 57 universidades e 38 institutos federais de educação, cujas atividades estão paralisadas há quase 60 dias. Os dois centros federais de educação tecnológica (Cefets) também estão com os serviços interrompidos, segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).
Os professores foram os únicos grevistas a receber uma proposta de reajuste salarial do governo até o momento. O Andes, entretanto, ainda não respondeu oficialmente, embora tenha divulgado nota recusando a proposta. Assim, cada instituto e universidade deverá fazer assembleia nos próximos dias para decidir se aceita ou não os aumentos de até 45% sugeridos pelo Planejamento na semana passada.
A Controladoria Geral da União (CGU) e a Secretaria do Tesouro Nacional, que já paralisaram as suas atividades na tarde de 10 de julho, pretendem repetir a dose amanhã. Na semana passada, 1,2 mil servidores aderiram ao movimento. SNa CGU, trabalhos "como a fiscalização dos contratos da Construtora Delta com a União ficarão parados", informou a assessoria de imprensa.
Nesta semana haverá marchas unificadas de todos os servidores em greve. Além disso, o Sinagências realizará piquete em frente ao Congresso Nacional. Os grevistas devem acampar no local. O Ministério do Planejamento informou que a próxima reunião com a Condsef será amanhã. O Sinagências disse que deve se encontrar com a pasta na quinta-feira, mas tenta antecipar a agenda.
Com informações do Valor Econômico e O Globo
O contingente parado representa 2,5 mil dos 7 mil servidores do DNPM e das agências nacionais de Vigilância Sanitária (Anvisa), Águas (ANA), Telecomunicações (Anatel), Cinema (Ancine), Energia Elétrica (Aneel), Saúde Suplementar (ANS), Transportes Aquaviários (Antaq), Transportes Terrestres (ANTT), Petróleo (ANP) e Aviação Civil (Anac).
Trabalhadores eletricitários de 14 empresas do grupo Eletrobras também pararam, segundo informações da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU). Apenas a área operacional da estatal permanece em atividade.
O Palácio do Planalto informou, no entanto, que não vai intervir nas negociações conduzidas pelo Ministério do Planejamento. Os servidores vão engrossar o movimento nesta terça-feira, 17, com uma marcha na Esplanada dos Ministérios.
Essas categorias se juntaram aos servidores de 95% das 57 universidades e 38 institutos federais de educação, cujas atividades estão paralisadas há quase 60 dias. Os dois centros federais de educação tecnológica (Cefets) também estão com os serviços interrompidos, segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).
Os professores foram os únicos grevistas a receber uma proposta de reajuste salarial do governo até o momento. O Andes, entretanto, ainda não respondeu oficialmente, embora tenha divulgado nota recusando a proposta. Assim, cada instituto e universidade deverá fazer assembleia nos próximos dias para decidir se aceita ou não os aumentos de até 45% sugeridos pelo Planejamento na semana passada.
A Controladoria Geral da União (CGU) e a Secretaria do Tesouro Nacional, que já paralisaram as suas atividades na tarde de 10 de julho, pretendem repetir a dose amanhã. Na semana passada, 1,2 mil servidores aderiram ao movimento. SNa CGU, trabalhos "como a fiscalização dos contratos da Construtora Delta com a União ficarão parados", informou a assessoria de imprensa.
Nesta semana haverá marchas unificadas de todos os servidores em greve. Além disso, o Sinagências realizará piquete em frente ao Congresso Nacional. Os grevistas devem acampar no local. O Ministério do Planejamento informou que a próxima reunião com a Condsef será amanhã. O Sinagências disse que deve se encontrar com a pasta na quinta-feira, mas tenta antecipar a agenda.
Com informações do Valor Econômico e O Globo
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5826 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5499 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5051 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (5000 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4873 views • 09/07/2026)
06
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4831 views • 21/07/2026)
07
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4776 views • 08/07/2026)
08
CSPB amplia articulação política e convoca servidores para audiência pública decisiva sobre a negociação coletiva no serviço público (4766 views • 23/07/2026)
09
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4696 views • 01/07/2026)
10