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Publicado: 20/01/2010 | 21:26
MOVIMENTO SINDICAL PERDE UM DOS SEUS MAIORES LÍDERES
Raimundo Nonato foi o responsável pelo direito à sindicalização dos servidores públicos. Pela sua persistência o Congresso Nacional inseriu na Constituição de 88 o servidor público como categoria profissional. Vários diretores manifestaram a grande tristeza pela perda do companheiro Nonato. Aos 73 anos, Raimundo Nonato Cruz, deixou grandes amigos e certamente deixa seu nome marcado na história do sindicalismo brasileiro, especialmente na bandeira dos servidores públicos deste país.Natural de Barra do Corda-MA, Raimundo Nonato Cruz, servidor público aposentado, advogado, jornalista e escritor, deixa um legado de luta na representação dos trabalhadores brasileiros. Atuou como presidente da União dos Estudantes Secundaristas do Brasil, foi fundador e presidente da Federação dos Servidores Públicos do Distrito Federal, presidente da Confederação Latino Americana de Trabalhadores Estatais, foi coordenador da Latino- Americana de Servidores Públicos e presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil. Um homem que soube conduzir com uma inconfundível competência todos os desafios que a vida lhe oportunou. Raimundo Nonato foi o principal responsável pelo direito à sindicalização dos servidores públicos, já que atuou nas negociações no Congresso Nacional para que fosse inserido na Constituição de 88 o servidor público como categoria profissional.
O presidente João Domingos decretou luto oficial de três dias na CSPB, o ato alcança a todas as entidades filiadas assim como diretores e funcionários da Confederação, acrescentou ainda que pretende representar a homenagem à todos os servidores públicos brasileiros e latino-americanos ao grande líder Nonato. “Ele é um dos reconstrutores do movimento sindical dos servidores públicos no Brasil pós ditadura, sem dúvida vai muito além da perda material, porque representa a passagem de um símbolo da resistência na organização dos servidores públicos, Nonato assumiu a Confederação ainda no período da ditadura, quando era uma verdadeira aventura fazer sindicalismo no serviço publico, haja visto que os principais lideres do movimento dos servidores públicos já tinham sido exilados, presos e até mortos pelo movimento da ditadura, ou tinham se acomodado e se moldado ao modelo repressor, então foi com essa estirpe de resistência que ele comandou um dos período mais brilhantes e vitoriosos da CSPB, que foi a luta pelos direitos e garantias dos servidores públicos no processo constituinte de 88, daquela luta resultaram entre tantos outros benefícios, o direito a sindicalização, o direito de greve, a paridade entre ativos e inativos, a aposentadoria integral entre tantas outras coisas. Então com o passamento do Nonato, o que primeiro nos vem a memória é o símbolo de resistência que ele foi e continuará sendo na medida que serviu, serve e servirá de inspiração para as gerações passada, presente e futura do movimento sindical brasileiro”, disse emocionado João Domingos.
José Edmilson Maciel, primeiro Secretário da CSPB, comentou sobre a perda de Nonato. “É uma perda significativa para o movimento sindical brasileiro, especialmente para os servidores públicos, certamente todos nós que convivíamos com ele sentiremos muita falta, na verdade ele sempre foi uma referência para todos nós”, disse Maciel.
Maria José Mendes, diretora de Comunicação da CSPB, chegou à Confederação através de Nonato Cruz, a diretora lamentou a perda do amigo. “O que dizer num momento desses, quando a nossa vontade é de chorar a perda de uma pessoa maravilhosa que sempre foi o Nonato. Cheguei à CSPB através dele, sempre foi um exemplo para mim, o movimento sindical brasileiro sofre uma perda irreparável, mas apesar disso, fica uma motivação enorme ao lembrarmos da figura de Nonato Cruz, um homem acima da média que sempre lutou pelos direitos dos servidores públicos, ele simplesmente será eterno dentro de todos nós”, disse Maria José.
O diretor de Finanças da CSPB, Fernando Borges, creditou a Nonato como o grande responsável pelas principais mudanças na Confederação. “O Nonato alavancou a CSPB num momento difícil no processo sindical, em que a Constituição estabelecia novos critérios para a organização sindical dos servidores públicos. O Raimundo foi o responsável pela transição do processo de transformação da CSPB em entidade puramente sindical, o que é fruto sobretudo da luta anterior que já havia mobilizado todo o país para que fosse consolidado na Constituição o direito de sindicalização dos servidores públicos, que até então sofriam na pele a discriminação da relação entre a área pública e a privada, dentre muitos projetos da participação da CSPB efetivamente junto ao Congresso Nacional, foi a luta da reforma administrativa que minimizou os efeitos danosos que estavam previstos como forma de retaliação e perseguição de que os servidores públicos representavam sempre nas crises no Brasil, o ônus em que os serviços públicos representados não condiziam com aquilo que a sociedade tinha como expectativa na área, especialmente afetada que perduram até os dias de hoje”, disse Borges.
Hélio de Mello, diretor de Assuntos da Área Federal da CSPB, foi vice-presidente de Nonato Cruz na entidade entre 1988 e 1993. “O amigo Nonato foi o pioneiro na transformação das associações de servidores em sindicatos, é um trabalho que ele deixou e vai ficar pelo resto de nossas vidas. Sou solidário com todos os familiares do Nonato Cruz”, disse Hélio.
Iatagan Costa, vice-presidente da CSPB no Estado do Ceará, comentou sobre a morte de Nonato. “É um momento de muita tristeza para todos nós, ele foi um baluarte, ele fez um trabalho grande, inclusive da conscientização, transformando a CSPB em entidade puramente sindical, fez um grande lastro, fica a saudade de um amigo, inteligente, competente, líder sindical que fez diferença no movimento sindical brasileiro”, disse Costa.
Amaro Vasconcelos, vice-presidente da CSPB no Estado de Pernambuco, lembrou da fibra de Nonato e comentou sobre o passamento do amigo. “É com imenso pesar que recebi a noticia do falecimento do meu amigo, companheiro, Nonato cruz, que tanto deu de si para a luta dos servidores públicos durante a gestão da CSPB, seja como presidente ou diretor, aguerrido, leal, firme e dinâmico, o sindicalismo internacional teve muito a perder com o passamento de Raimundo, quero externar aos familiares meus sinceros pêsames”, disse Marinho.
Marcos Vinicios, vice-presidente da CSPB no Estado do Rio de Janeiro, esta fora do país, e reagiu com tristeza sobre a notícia do falecimento de Nonato. “Raimundo foi um companheiro que conduziu com muita habilidade os seus trabalhos à frente da CSPB, deve-se muito à ele, sempre trabalhou pelos servidores públicos. Que ele descanse em paz, pois é uma grande pessoa. Aos familiares, estamos muito sentidos, mas estamos com Fé de que Deus há de olhar por ele e todos os seus familiares”, disse o diretor por telefone.
Damázio Sena, presidente do Conselho Fiscal da CSPB, disse que Raimundo Nonato é um ícone no movimento sindical. “Nonato sempre será um ícone no momvimento sindical, nós servidores públicos devemos muito à esse grande homem, que com coragem soube impor a grandiosidade da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil perante os grandes desta nação, lamento a perda do amigo, que Deus conforte a sua família”, disse Sena.
Se você conviveu com Raimundo Nonato e deseja relatar fatos com o nosso companheiro, mande seu email para [email protected] . Nos próximos dias estaremos divulgando os relatos que fazem destes momentos uma eterna lembrança para todos que vão compartilhar os depoimentos.
CSPB-SECOM
O presidente João Domingos decretou luto oficial de três dias na CSPB, o ato alcança a todas as entidades filiadas assim como diretores e funcionários da Confederação, acrescentou ainda que pretende representar a homenagem à todos os servidores públicos brasileiros e latino-americanos ao grande líder Nonato. “Ele é um dos reconstrutores do movimento sindical dos servidores públicos no Brasil pós ditadura, sem dúvida vai muito além da perda material, porque representa a passagem de um símbolo da resistência na organização dos servidores públicos, Nonato assumiu a Confederação ainda no período da ditadura, quando era uma verdadeira aventura fazer sindicalismo no serviço publico, haja visto que os principais lideres do movimento dos servidores públicos já tinham sido exilados, presos e até mortos pelo movimento da ditadura, ou tinham se acomodado e se moldado ao modelo repressor, então foi com essa estirpe de resistência que ele comandou um dos período mais brilhantes e vitoriosos da CSPB, que foi a luta pelos direitos e garantias dos servidores públicos no processo constituinte de 88, daquela luta resultaram entre tantos outros benefícios, o direito a sindicalização, o direito de greve, a paridade entre ativos e inativos, a aposentadoria integral entre tantas outras coisas. Então com o passamento do Nonato, o que primeiro nos vem a memória é o símbolo de resistência que ele foi e continuará sendo na medida que serviu, serve e servirá de inspiração para as gerações passada, presente e futura do movimento sindical brasileiro”, disse emocionado João Domingos.
José Edmilson Maciel, primeiro Secretário da CSPB, comentou sobre a perda de Nonato. “É uma perda significativa para o movimento sindical brasileiro, especialmente para os servidores públicos, certamente todos nós que convivíamos com ele sentiremos muita falta, na verdade ele sempre foi uma referência para todos nós”, disse Maciel.
Maria José Mendes, diretora de Comunicação da CSPB, chegou à Confederação através de Nonato Cruz, a diretora lamentou a perda do amigo. “O que dizer num momento desses, quando a nossa vontade é de chorar a perda de uma pessoa maravilhosa que sempre foi o Nonato. Cheguei à CSPB através dele, sempre foi um exemplo para mim, o movimento sindical brasileiro sofre uma perda irreparável, mas apesar disso, fica uma motivação enorme ao lembrarmos da figura de Nonato Cruz, um homem acima da média que sempre lutou pelos direitos dos servidores públicos, ele simplesmente será eterno dentro de todos nós”, disse Maria José.
O diretor de Finanças da CSPB, Fernando Borges, creditou a Nonato como o grande responsável pelas principais mudanças na Confederação. “O Nonato alavancou a CSPB num momento difícil no processo sindical, em que a Constituição estabelecia novos critérios para a organização sindical dos servidores públicos. O Raimundo foi o responsável pela transição do processo de transformação da CSPB em entidade puramente sindical, o que é fruto sobretudo da luta anterior que já havia mobilizado todo o país para que fosse consolidado na Constituição o direito de sindicalização dos servidores públicos, que até então sofriam na pele a discriminação da relação entre a área pública e a privada, dentre muitos projetos da participação da CSPB efetivamente junto ao Congresso Nacional, foi a luta da reforma administrativa que minimizou os efeitos danosos que estavam previstos como forma de retaliação e perseguição de que os servidores públicos representavam sempre nas crises no Brasil, o ônus em que os serviços públicos representados não condiziam com aquilo que a sociedade tinha como expectativa na área, especialmente afetada que perduram até os dias de hoje”, disse Borges.
Hélio de Mello, diretor de Assuntos da Área Federal da CSPB, foi vice-presidente de Nonato Cruz na entidade entre 1988 e 1993. “O amigo Nonato foi o pioneiro na transformação das associações de servidores em sindicatos, é um trabalho que ele deixou e vai ficar pelo resto de nossas vidas. Sou solidário com todos os familiares do Nonato Cruz”, disse Hélio.
Iatagan Costa, vice-presidente da CSPB no Estado do Ceará, comentou sobre a morte de Nonato. “É um momento de muita tristeza para todos nós, ele foi um baluarte, ele fez um trabalho grande, inclusive da conscientização, transformando a CSPB em entidade puramente sindical, fez um grande lastro, fica a saudade de um amigo, inteligente, competente, líder sindical que fez diferença no movimento sindical brasileiro”, disse Costa.
Amaro Vasconcelos, vice-presidente da CSPB no Estado de Pernambuco, lembrou da fibra de Nonato e comentou sobre o passamento do amigo. “É com imenso pesar que recebi a noticia do falecimento do meu amigo, companheiro, Nonato cruz, que tanto deu de si para a luta dos servidores públicos durante a gestão da CSPB, seja como presidente ou diretor, aguerrido, leal, firme e dinâmico, o sindicalismo internacional teve muito a perder com o passamento de Raimundo, quero externar aos familiares meus sinceros pêsames”, disse Marinho.
Marcos Vinicios, vice-presidente da CSPB no Estado do Rio de Janeiro, esta fora do país, e reagiu com tristeza sobre a notícia do falecimento de Nonato. “Raimundo foi um companheiro que conduziu com muita habilidade os seus trabalhos à frente da CSPB, deve-se muito à ele, sempre trabalhou pelos servidores públicos. Que ele descanse em paz, pois é uma grande pessoa. Aos familiares, estamos muito sentidos, mas estamos com Fé de que Deus há de olhar por ele e todos os seus familiares”, disse o diretor por telefone.
Damázio Sena, presidente do Conselho Fiscal da CSPB, disse que Raimundo Nonato é um ícone no movimento sindical. “Nonato sempre será um ícone no momvimento sindical, nós servidores públicos devemos muito à esse grande homem, que com coragem soube impor a grandiosidade da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil perante os grandes desta nação, lamento a perda do amigo, que Deus conforte a sua família”, disse Sena.
Se você conviveu com Raimundo Nonato e deseja relatar fatos com o nosso companheiro, mande seu email para [email protected] . Nos próximos dias estaremos divulgando os relatos que fazem destes momentos uma eterna lembrança para todos que vão compartilhar os depoimentos.
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