SP: funcionários do INSS podem parar, contra a redução de salários
Os funcionários do INSS em São Paulo fazem hoje assembleia estadual para definir a data em que técnicos e analistas do estado entrarão em greve.
No mesmo dia, a paralisação deverá ser confirmada. Os servidores protestam contra a redução de salários e a alteração da jornada de trabalho. Segundo o Sinsprev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência de São Paulo), a paralisação deve ocorrer no dia 16, data em que está programada a mobilização nacional da categoria. A greve, porém, pode ser antecipada para o dia 9. No Estado, a greve pode paralisar 6.132 técnicos e analistas. Com a paralisação, o atendimento das agências e a concessão de benefícios ficarão comprometidos. A greve pode afetar até o trabalho dos 1.260 peritos médicos do estado, que não participam da mobilização, mas dependem do trabalho prévio dos servidores. Nesta terça-feira (2), 11 estados já haviam aprovado, em assembleias, o indicativo de greve. O Ministério da Previdência Social não se pronunciou sobre a possível paralisação. (Fonte: Folha de S.Paulo)
Os funcionários do INSS em São Paulo fazem hoje assembleia estadual para definir a data em que técnicos e analistas do estado entrarão em greve.
No mesmo dia, a paralisação deverá ser confirmada. Os servidores protestam contra a redução de salários e a alteração da jornada de trabalho. Segundo o Sinsprev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência de São Paulo), a paralisação deve ocorrer no dia 16, data em que está programada a mobilização nacional da categoria. A greve, porém, pode ser antecipada para o dia 9. No Estado, a greve pode paralisar 6.132 técnicos e analistas. Com a paralisação, o atendimento das agências e a concessão de benefícios ficarão comprometidos. A greve pode afetar até o trabalho dos 1.260 peritos médicos do estado, que não participam da mobilização, mas dependem do trabalho prévio dos servidores. Nesta terça-feira (2), 11 estados já haviam aprovado, em assembleias, o indicativo de greve. O Ministério da Previdência Social não se pronunciou sobre a possível paralisação. (Fonte: Folha de S.Paulo)