O Sindicato dos Bancários de São Paulo (filiado à CUT) enviou carta, nesta segunda-feira (11), ao ministro João Oreste Dalazen, vice-presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), convidando-o para participar de um seminário que a entidade pretende realizar para discutir temas trabalhistas.

O convite foi feito após a Folha mostrar em reportagem no último sábado que um grupo formado por 42 juízes do trabalho e ministros do TST teve passagens, hospedagem e refeições pagas pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) para participar do 16º Ciclo de Estudos de Direito do Trabalho promovido pela entidade em um resort cinco estrelas na Praia do Forte (BA), no feriado de 21 de abril.

"O evento deverá ocorrer quando o ministro tiver agenda. Será feito na sede do sindicato de São Paulo ou de Brasília para facilitar a participação de todos os interessados", diz Luiz Claudio Marcolino, que comanda o sindicato da categoria em São Paulo.

"Será em uma de nossas sedes porque não temos como arcar com custos de um evento em um hotel de luxo. Mas também temos interesse em debater temas trabalhistas", afirma.

O ministro Dalazen havia dito que "relutou" em participar do encontro an Bahia, devido a seus compromissos. "Foi um sacrifício muito grande".

Segundo a Febraban, o ciclo ocorre há 16 anos, não é aberto ao público e envolveu outras pessoas, entre advogados e professores. Também disse que o evento é técnico e que magistrados não são indagados sobre processos ou decisões em ações que envolvem o setor. (Fonte: Folha de S.Paulo)

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Notícias nos Estados Publicado: 13/05/2009 | 10:41

SP: Sindicato dos Bancários convida ministro do TST para seminário

 O Sindicato dos Bancários de São Paulo (filiado à CUT) enviou carta, nesta segunda-feira (11), ao ministro João Oreste Dalazen, vice-presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), convidando-o para participar de um seminário que a entidade pretende realizar para discutir temas trabalhistas.

O convite foi feito após a Folha mostrar em reportagem no último sábado que um grupo formado por 42 juízes do trabalho e ministros do TST teve passagens, hospedagem e refeições pagas pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) para participar do 16º Ciclo de Estudos de Direito do Trabalho promovido pela entidade em um resort cinco estrelas na Praia do Forte (BA), no feriado de 21 de abril.

"O evento deverá ocorrer quando o ministro tiver agenda. Será feito na sede do sindicato de São Paulo ou de Brasília para facilitar a participação de todos os interessados", diz Luiz Claudio Marcolino, que comanda o sindicato da categoria em São Paulo.

"Será em uma de nossas sedes porque não temos como arcar com custos de um evento em um hotel de luxo. Mas também temos interesse em debater temas trabalhistas", afirma.

O ministro Dalazen havia dito que "relutou" em participar do encontro an Bahia, devido a seus compromissos. "Foi um sacrifício muito grande".

Segundo a Febraban, o ciclo ocorre há 16 anos, não é aberto ao público e envolveu outras pessoas, entre advogados e professores. Também disse que o evento é técnico e que magistrados não são indagados sobre processos ou decisões em ações que envolvem o setor. (Fonte: Folha de S.Paulo)

 O Sindicato dos Bancários de São Paulo (filiado à CUT) enviou carta, nesta segunda-feira (11), ao ministro João Oreste Dalazen, vice-presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), convidando-o para participar de um seminário que a entidade pretende realizar para discutir temas trabalhistas.

O convite foi feito após a Folha mostrar em reportagem no último sábado que um grupo formado por 42 juízes do trabalho e ministros do TST teve passagens, hospedagem e refeições pagas pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) para participar do 16º Ciclo de Estudos de Direito do Trabalho promovido pela entidade em um resort cinco estrelas na Praia do Forte (BA), no feriado de 21 de abril.

"O evento deverá ocorrer quando o ministro tiver agenda. Será feito na sede do sindicato de São Paulo ou de Brasília para facilitar a participação de todos os interessados", diz Luiz Claudio Marcolino, que comanda o sindicato da categoria em São Paulo.

"Será em uma de nossas sedes porque não temos como arcar com custos de um evento em um hotel de luxo. Mas também temos interesse em debater temas trabalhistas", afirma.

O ministro Dalazen havia dito que "relutou" em participar do encontro an Bahia, devido a seus compromissos. "Foi um sacrifício muito grande".

Segundo a Febraban, o ciclo ocorre há 16 anos, não é aberto ao público e envolveu outras pessoas, entre advogados e professores. Também disse que o evento é técnico e que magistrados não são indagados sobre processos ou decisões em ações que envolvem o setor. (Fonte: Folha de S.Paulo)