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Fessp-Esp: Programação dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

20/11/2020 | 10:02





A Secretaria da Mulher e a Primeira Secretaria da Câmara dos Deputados participam da Campanha Mundial “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”. No Brasil a Campanha acontece de 20 de novembro a 10 de dezembro e é chamada 21 Dias de Ativismo, pois inclui o Dia da Consciência Negra, considerando a dupla vulnerabilidade da mulher negra. A Campanha Mundial busca conscientizar a população sobre os diferentes tipos de agressão contra meninas e mulheres em todo o mundo. Trata-se de uma mobilização anual, empreendida por diversos atores da sociedade civil e do poder público.


Programação 


20/11 (sexta-feira), 15h – Debate “A Saúde da Mulher Negra na Pandemia”;

25/11 (quarta-feira), 11h – Lançamento da campanha e Painel I – Debate “Violência contra a mulher na pandemia”;

27/11 (sexta-feira), 15h – Debate sobre as “Vítimas do Essure”;

30/11 (segunda-feira), 15h – Painel II – Debate sobre “Violência Institucional”;

16h – Painel III – Debate sobre “Violência contra vulneráveis”

04/12 (sexta-feira), 15h – – Balanço das Eleições e Violência Política de Gênero 

06/12 (domingo) – Homens pelo fim da Violência contra as Mulheres, com o uso das # #EuMeComprometo #HomensPeloFimDaViolênciaContraAsMulheres;

10/12 (quinta-feira), 15h – Entrega da Premiação do Concurso sobre Lei Maria da Penha e encerramento dos 21 dias de ativismo.


Origem


A campanha dos 16 dias de ativismo começou em 1991, quando mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), iniciaram uma campanha com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo.

No Brasil, a Campanha ocorre desde 2003 e é chamada de 21 Dias de Ativismo, pois incorporou o Dia da Consciência Negra. Cerca de 150 países já aderiram à campanha.

A data é uma homenagem às irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas” e assassinadas em 1960 por fazerem oposição ao governo do ditador Rafael Trujillo, que presidiu a República Dominicana de 1930 a 1961, quando foi deposto.



Fonte: Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo - Fessp-Esp com informações da Agência Câmara de Notícias
 
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Em vídeo, João Domingos Gomes dos Santos destaca papel indispensável dessas categorias, evidenciado, sobretudo, durante o enfrentamento heroico contra a pandemia coronavírus.